O que é uma corretoracorretor E como escolher uma para investir

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Como Escolher uma Corretora para Investir?

Andre Fogaca

    setembro 25, 2020 1:49 pm

Como escolher uma corretora para investir em ações? Se você está iniciando sua carreira como investidor, esse artigo será muito útil. Acompanhe as próximas linhas e dê seu primeiro passo na vida de investidor.

Esta é uma das principais dúvidas de quem está iniciando na carreira de investidor.

Afirmo isso porque a maioria das pessoas realmente não sabe como escolher uma corretora para começar a investir.

Não é um assunto simples – só no site da BM&F Bovespa, por exemplo, encontramos cerca de 90 delas.

E muitas oferecem serviços muito parecidos… O que deixa você ainda mais cheio de dúvidas e com razão.

A verdade é que são os pequenos detalhes que fazem toda a diferença na hora de escolher.

Você só precisa reconhecer as informações certas.

Fique tranquilo pois a sua dúvida vai acabar aqui e agora , no desenrolar deste texto.

Nas próximas linhas irei explicar pra você, em 8 simples passos , como escolher uma corretora de confiança para os seus investimentos.

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Irei ensinar para você as principais qualidades e características que uma boa corretora deve ter para levar você ao sucesso.

Definitivamente não é o preço nem a fama da corretora que você deve levar em consideração na hora de escolher…

Quando você terminar de ler este artigo saberá o que fazer e poderá compartilhar o que sabe com seus conhecidos.

Agora vamos ao que interessa…

Passo a Passo para Escolher uma Corretora para Investir em Ações

1 – Fique de olho nas taxas

Prestar atenção nos custos da sua corretora é uma das coisas mais importantes a se fazer.

Isso vai fazer toda a diferença nos lucros dos seus investimentos.

Basicamente, existem duas taxas que você terá que arcar:

  1. a) Taxa de custódia : É como se fosse uma mensalidade que a corretora cobra para manter o seu cadastro.

O valor pode variar de 0 a 40 reais.

É importante destacar que uma corretora não é melhor que outra só por não cobrar essa taxa. No entanto, seria uma economia a mais que você estaria fazendo.

Mas não esqueça: este não deve ser o principal motivo para a sua escolha.

  1. b) Taxa de corretagem: É o valor cobrado para cada operação de compra ou venda de ações que você faz pela corretora.

O valor pode ser fixo ou uma porcentagem do valor da operação que você vai fazer.

Esta taxa também varia bastante dependendo da corretora. Gira em torno de R$ 0 a R$ 20 por transação.

Quanto menores forem os seus aportes mensais, menos você deve gastar com essas taxas. Então, opte sempre por uma corretora com o melhor custo-benefício.

2 – Peça indicações

O bom e velho boca a boca é o melhor ponto de partida para escolher uma corretora. Converse com amigos e familiares que já investem para colher impressões.

Se você já foi meu aluno em algum curso, sabe que a minha corretora é a Clear, porque considero o melhor custo benefício que já encontrei. Sempre importante lembrar nesses casos que nós não temos nenhum vínculo ou contrato com essa corretora.

Por fim, fique de olho neste artigo porque eu acredito que o pessoal vai comentar com suas dicas.

Alô, investidores: vamos ajudar quem está começando?

3 – Não defina sua escolha apenas pelo preço

Algumas corretoras vendem a ideia de preço baixo nas taxas de corretagem.

Não que isso seja errado, mas vale um alerta principalmente se você está começando: como disse anteriormente, não deixe este ser o principal motivo da sua escolha.

É importante contar com um bom atendimento, por exemplo, seja para entender o funcionamento do mercado, o sistema de compra e venda de ações (home broker) ou tirar dúvidas quando quiser.

4 – Estabilidade do home broker

Esse é um ponto importante para avaliar.

O sistema de compra e venda de ações da corretora é confiável?

Para descobrir a resposta vale uma conversa prévia com a corretora, mas também (e principalmente) com pessoas que já utilizam o sistema.

Pode ocorrer de o sistema deixar você na mão quando você mais precisar. Essa é uma dor de cabeça que você não quer ter, acredite!

5 – Conteúdo para o investidor

A corretora fornece relatórios de mercado, boletins diários, estudos sobre empresas e setores, carteiras recomendadas?

Esse material é muito importante para quem está começando.

Não que você deva aceitar e concordar com tudo o que recebe, mas bons conteúdos sobre o mercado de ações sempre são importantes.

Você aprimora o seu conhecimento e passa a ter suas próprias fontes de informação para fazer suas análises.

6 – Um bom atendimento é essencial

É possível que agora você esteja apenas em busca de um home broker confiável e um bom preço.

No entanto, cedo ou tarde, você vai precisar falar com alguém de carne e osso. Se a sua corretora não tiver um bom departamento de atendimento você irá se enfurecer.

Quais são os canais de atendimento que ela oferece? Os profissionais estão facilmente disponíveis para pequenos clientes?

Chat em tempo real, e-mail e telefone de fácil acesso são fundamentais.

7 – Diversidade de produtos

É natural que você esteja pensando apenas em investir em ações agora, mas avalie que outros produtos a corretora oferece.

Fundos de investimento, mercado futuro, debêntures, títulos públicos, ouro…

Lembre que é importante diversificar não apenas a carteira de ações, mas a de investimentos como um todo.

8 – Prefira uma corretora independente

Boa parte dos bancos de varejo oferece a possibilidade de comprar ações através do internet banking, mas meu conselho é que você evite fazer isso.

O investimento em ações não é o produto central dos bancos.

Já nas corretoras, sim. Isso, por mais simples que pareça, já é um bom motivo para você levar seus investimentos para um lugar especializado.

Os bancos sempre vão tentar forçar a venda de produtos que são mais atrativos para eles e provavelmente não vão atender aos tópicos que listei anteriormente neste artigo.

Corretora escolhida, é hora de agir!

Você deu seu o primeiro passo como investidor. Parabéns! Agora você pode abrir a sua conta com tranquilidade.

A próxima coisa que você deve fazer agora é analisar e escolher as melhores ações para a sua carteira.

Aquelas que podem verdadeiramente multiplicar os seus investimentos. As que podem ser chamadas de Joias da Bolsa de Valores.

E é claro que eu vou ajudar você nisso também.

Este é um passo muito importante, pois é definitivo para o seu futuro financeiro.

Escolhas erradas podem comprometer todo o seu patrimônio, e não é isso que você nem eu desejamos.

Por isso peço toda a sua atenção aqui.

Avaliar as mais de 400 ações da bolsa é uma tarefa difícil, você precisa de muitas horas para conseguir chegar a uma conclusão.

Você pode até analisar uma a uma que ainda assim levaria tempo, pois são muitos os pontos importantes e decisivos que você deve levar em consideração.

E, por falar nisto, você sabe quais são estes indicadores tão importantes?

Quais são os dados a serem observados, quais demonstram instabilidade, quais demonstram um potencial crescimento…

Adiantando, afirmo pra você: é perfeitamente normal que você não saiba.

Foi pensando exatamente nisto que eu criei uma aula especial e totalmente gratuita, para ajudar você neste passo tão importante.

Nela eu revelo uma estratégia que identifica e seleciona para você as verdadeiras Joias da Bolsa.

Isso mesmo que você entendeu: você vai aprender a avaliar as ações e selecionar apenas aquelas que são as melhores opções.

Muito mais simples, rápido e fácil do que você imagina.

Excelente pra você que se divide entre trabalho, vida social e família.

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Crédito das imagens: www.shutterstock.com

Publicado inicialmente em 31 de outubro de 2020.

Atualizado em 25 de setembro de 2020.

Como escolher uma corretora? Saiba qual corretora utilizar

Escolher uma corretora é uma das dúvidas mais comuns que recebemos de nossos leitores. Também é uma dúvida comum a todos que estão começando a investir. Como não temos vinculo com nenhuma corretora ou qualquer outra instituição financeira, tentamos ser o mais transparentes e isentos possíveis.

Vamos falar neste artigo sobre alguns pontos que devem ser levados em consideração na hora de escolher qual corretora utilizar. Além disso, selecionamos os prós e contras das principais corretoras segundo nossos leitores.

O que é uma corretora?

A corretora de valores é a instituição financeira responsável por fazer a intermediação entre os investidores e o mercado. Isso porque os investidores, como pessoas físicas, não têm acesso direto ao mercado de capitais e aos ativos financeiros nele negociados.

Nesse sentido, quando a questão é sobre o que faz uma corretora, a resposta é que ela funciona como uma ponte entre as duas partes, a corretora financeira oferta ativos do mercado para o investidor e processa as ordens de compra e venda feitas por ele.

Ao contrário do ocorre no caso dos bancos, as corretoras não ficam com o dinheiro do cliente sob sua custódia. Os recursos aplicados através das corretoras são transferidos para o local onde o investidor fez aplicação.

A corretora de investimento tem seu funcionamento regulamentado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e pelo Banco Central. Nesse sentido, qualquer corretora que deseja atuar no mercado precisa de autorização desses dois órgãos.

Esse é um ponto fundamental para os investidores, porque todo investimento realizado fica custodiado sob o CPF do investidor, o que serve como garantia de posse. Ou seja, se eventualmente uma corretora falir, basta que os títulos (ações ou qualquer outro tipo de papel) sejam transferidos para outra corretora.

Em geral, para custear toda sua estrutura, as corretoras cobram de seus clientes alguns valores que podem variar de instituição para instituição. As taxas mais praticadas no mercado são:

  • Taxa de abertura de conta – a maior parte das corretoras já não cobra mais um valor pela abertura da conta. No entanto, dependendo da instituição financeira, pode ocorrer de o investidor ter que pagar uma taxa pela abertura da conta.
  • Taxa de custódia – a taxa de custódia é cobrado por algumas corretoras de ações para fornecer manutenção das contas dos investidores. A maior parte das corretoras também já não cobram mais essa taxa de seus clientes. No entanto, algumas costuma cobrar valores que podem ser considerados elevados pela taxa de custódia, como uma forma de manter como clientes somente pessoas que possuam um patrimônio elevado.
  • Taxa de corretagem– a taxa de corretagem é cobrada por cada operação realizada pelo investidor. Assim, quanto mais operações o cliente fizer, melhor para a corretora. A cobrança dessa taxa é muito comum no mercado, embora algumas corretoras isentem alguns tipos de aplicações e produtos.

Nesse sentido, na hora de escolher uma corretora de investimentos, é muito importante estar atento às taxas cobradas por ela. O valor dessas taxas têm impacto direto na rentabilidade dos investimentos e pode inviabilizar as operações.

No entanto, este não é o único fator que define como escolher uma escolher uma corretora para investir. Outros pontos também devem ser avaliados com cautela. Falaremos dos preços e de outros fatores a seguir.

Como escolher uma corretora de valores?

Saber como escolher uma corretora não é uma tarefa banal. Nesse momento o investidor deve estar atento a muitos fatores, como taxas, que podem afetar no rendimento de suas aplicações. Porém, as taxas não são os únicos elementos a serem considerados.

Na hora de escolher qual corretora utilizar o investidor deve considerar os seguintes pontos:

  • A saúde da empresa
  • Serviço/plataforma
  • Variedade de produtos
  • Preço
  • Certificações

Saúde da empresa

No Banco Central é possível acompanhar o desempenho financeiro das instituições financeiras. Neste link, quem quiser saber mais sobre a saúde financeira da empresa pode ver seu balancete.

Basta selecionar a instituição e clicar na aba “Demonstrações financeiras”

Depois, escolher uma data e fazer o download em formato de Excel.

Corretoras saudáveis geram lucro líquido.

Serviço/ Plataforma

Avalie a qualidade do relacionamento com o cliente: se os canais de comunicação com a corretora funcionam e se equipe é ágil em atender as demandas dos clientes.

A disponibilidade da corretora para atender às demandas dos clientes é muito importante, sobretudo na hora de resolver qualquer problema.

Enquanto algumas possuem diversos canais com atendimento especializado, outras corretoras de valores são difíceis de serem contatadas e quando são, têm dificuldades para sanar as dúvidas dos cliente.

Além disso, na hora de escolher qual corretora utilizar, avalie também a plataforma tecnológica. Confira se o home broker é estável ou se existe facilidade nas aplicações e resgates apenas pelo site.

Algumas corretoras oferecem serviços de envio de ordens básicas, enquantos outras corretoras oferecem ferramentas mais completas, com gráficos, indicadores, chat com analistas, entre outras.

Definir bem qual o melhor home broker é uma coisa importante, afinal a qualidade desta ferramenta pode impactar diretamente na velocidade com que as ordens são executadas.

Variedade de produtos

O ideal é que a sua corretora de investimentos tenha boas opções de produtos.Enquanto algumas instituições têm uma gama bem variada de produtos, incluindo fundos de investimento, títulos privados como CDBs etc, outras possuem um portfólio bem restrito.

Além disso, uma plataforma aberta, que disponibilize fundos geridos por outras instituições pode ser mais interessante. Apresentar produtos de outras instituições, mesmo que não seja tão vantajoso financeiramente para a corretora, demonstra que ela preza pelo interesse dos clientes.

Preço

Na hora de definir qual a melhor corretora, fique atento aos custos que a instituição impõe aos clientes. Os custos de corretagem, taxas de administração dos fundos que ela oferece e custódia são alguns custos relevantes. Sobretudo quando calculamos o impacto desses custos ao longo de anos.

Fonte: site das corretoras

O ideal é que esses custos sejam os mais baixos possíveis. Sabemos, no entanto, que muitas vezes a qualidade do serviço está ligada ao custo dos serviços. Nesse sentido, o investidor deve ponderar e encontrar a melhor combinação entre qualidade e preço que lhe satisfaça.

Certificações

Corretoras de Valores são os intermediários autorizados pelo Banco Central para transacionar títulos e valores mobiliários em plataformas integradas com os sistemas de liquidação e custódia – B3 e CETIP.

Estas instituições garantem que os ativos existem e estão registrados no nome dos legítimos proprietários.

A CBLC (Companhia Brasileira e Liquidação e Custódia) é responsável pelos serviços de guarda centralizada, compensação e liquidação das operações realizadas nos mercados da BM&FBOVESPA, segmento Bovespa (à vista, derivativos, balcão organizado, renda fixa privada etc.).

No momento em que a corretora de ações cadastra a conta na B3, antiga BM&FBOVESPA, o investidor já pode acessar sua conta pelo Canal Eletrônico do Investidor (CEI) via internet.

No caso de títulos privados, como CDB, CDI e letras de câmbio, esta tarefa cabe à Cetip. O canal eletrônico para consulta de registro na Cetip é disponibilizado neste link.

A Cetip também criou o Cetip | Certifica, um certificado no qual a instituição é percebida como um exemplo de segurança e transparência. Neste link você encontra a lista de instituições cadastradas.

Qual a melhor corretora para pequenos investidores?

A melhor corretora para investidores pequenos deve combinar bons serviços com os menores custos possíveis.

Portanto, se você ainda está começando e tem pouco capital para aplicar, o ideal é minimizar ainda mais os custos. Nesse sentido, vale a pena gastar um pouco mais de tempo avaliando as taxas cobradas por cada corretora financeira.

Uma dica válida para todo investidor, mas que pode ser ainda mais interessante para pequenos investidores, é a regra dos 2%. Ela sugere que o investidor não deve gastar mais de 2% do seu capital em corretagem. Caso contrário, pode ser interessante mudar de corretora.

A parte boa disso, é já existem diversas corretoras de ações que cobram muito pouco ou nada pela corretagem.

No entanto, é preciso ficar atento. Muitas corretoras anunciam taxa zero de corretagem e custódia, no entanto, nem sempre essa taxa abrange todos os produtos ofertados. Na maior parte das vezes esses custos menores são válidos apenas para produtos como renda fixa, COE (Certificado de Operações Estruturadas), Tesouro Direto, TED e retiradas.

Confira a seguir um guia de corretoras com os valores de corretagem cobrados por algumas das principais instituições do Brasil:

Como é possível perceber, os preços variam bastante entre uma corretora e outra. Ao passo que algumas têm um custo maior, outras corretoras têm custo bem baixo, chegando a zero.

No entanto, é importante ressaltar que esses custos podem variar. A maior parte das corretoras oferece opções de pacotes de ordem com custos bem menores. Nesse sentido, na hora de escolher qual corretora utilizar vale fazer uma análise mais detalhada das opções.

Além disso, é preciso ficar atento a outras taxas. A maior parte da corretoras não cobra corretagem por investimento em aplicações de renda fixa, Tesouro Direto e Fundos Imobiliários. No entanto, aplicações nesses produtos podem incorrer em outros custos como taxas de custódia, taxas de administração, entre outros.

Opinião dos leitores da Suno sobre as corretoras

A Suno fez uma pesquisa no Instagram perguntando ao nossos leitores quais corretoras usavam e quais eram os prós e contras de cada uma delas. Entre as corretoras mais citadas, estiverem Clear, XP Investimento, Easynvest e Banco Inter, entre outras.

XP Investimentos

Muitos investidores que participaram da pesquisa disseram ser usuários da XP Investimentos, mas, apesar de afirmarem que a corretora de valores tem um sistema bom e estável, acreditam que os preços de corretagem da instituição são caros.

Prós da XP:

  • “Plataforma é estável”
  • “Boa assistência pessoal”
  • “Muita informação para tomada de decisão”
  • “Ótima gama de investimentos”

Contras da XP:

  • “(uso) a XP Investimentos, mas está muito cara e irei migrar para a Clear”
  • “XP tem uma plataforma excelente, porém você paga caro por isso”
  • “O sistema é bom, mas o custo é absurdo!”

Clear

A corretora Clear é uma das mais populares entre as pessoas que responderam ao post da Suno. Dentre as principais vantagens da corretora de investimentos, a mais comentada pelo os usuários é taxa de zero de corretagem da instituição.

Quando o assunto é investimento em ações, os usuários elogiaram a corretagem grátis da Clear, uma vez que é uma das poucas a oferecer esse tipo de serviço gratuitamente.

No entanto, apesar da corretagem zero em todas as modalidades agradar muitas pessoas, o sistema e o aplicativo da corretora foram bastante criticados.

Prós da Clear:

  • “Taxa zero e suporte fantástico. Até então, sem contras”
  • “Taxa zero. Sem mais”
  • “Top demais! Aplicativo fácil e intuitivo e me cobram taxa”

Contras da Clear

  • “Corretagem grátis, porém o sistema é instável.”
  • “Às vezes trava muito”
  • “Sem taxas porém a plataforma não é tão boa.”
  • “Sem taxa para nada, porém a plataforma e o aplicativo não são bons.”
  • “O aplicativo não mostra os extratos e muitas outras informações básicas.”
  • “Atendimento ao cliente é demorado, sem atenção e respeito.”
  • “Não tem fundos de renda fixa”

Easynvest

Os usuários da Easynvest que participaram da pesquisa também elogiaram a corretora, mas acreditam que as taxas de corretagem poderiam ser menores.

Prós da Easynvest

  • “Gosto da plataforma e do home broker no computador”.
  • “Taxa zero para FIIs”.
  • “Fácil de usar e ultimamente não tive mais problemas”.

Contras da Easynvest

  • “Taxa alta para ações, não compro lá”
  • “Acho a melhor plataforma para investimento, porém tem taxas altas para ações.”
  • “Taxas para trade são muito altas”
  • “Taxa de corretagem R$10”

A corretora Modal entrou para grupo das empresas com custo baixo, porém com sistema não muito confiável.

Prós da Modal

  • “Não pago quase nada de taxas”
  • “Corretagem muito barata, home broker estável e ótimo atendimento”
  • “Interface agradável e super fácil de lidar”
  • “Baixa corretagem, muitas opções, plataforma unificada”
  • “Muitos produtos e taxa zero para FII.”

Contras da Modal

  • “Sistema Horrível”
  • “Não tem gráfico de evolução do patrimônio”
  • “Atendimento ruim, poucos clientes”
  • “Sistema antigo, tem que modernizar”

Banco Inter

Em relação ao Banco Inter, os leitores da Suno teceram vários elogios, sobretudo no que tange à corretagem zero do banco. Do lado negativo, o leitores destacaram problemas na plataforma e na estrutura de funcionamento Banco.

Prós do Banco Inter

  • “Zero corretagem para FIIs, ações e Tesouro Direto. Ainda não achei defeitos”
  • “Uso Inter para renda variável porque não cobra corretagem”
  • “Banco e corretora ao mesmo tempo”
  • “Excelente. Não cobra nenhuma taxa e até agora nenhum bug”
  • “O melhor home broker é o do Inter”

Contras do banco Inter

  • “Fui fraudada recentemente”
  • “Não tem atendimento direto”
  • “Única coisa que me incomoda um pouco é que o dinheiro só sai da conta quando liquida, ou sejam dou a ordem e o dinheiro só sai em D+2”

Os clientes da Rico apontaram que os prós da corretora estão relacionados, sobretudo à sua plataforma. No entanto, os custos são altos o que pode atrapalhar principalmente investidores que estão no início da trajetória.

Prós da Rico

  • “O site é uma maravilha. A interface do aplicativo é simples, eficiente e muito bonita”
  • “Ótima plataforma, com muitas funções”
  • “Site intuitivo e diversos produtos”

Contras da Rico

  • “Plataforma muito boa, se as taxas fossem zeradas seria 10”
  • “Taxas de corretagem”
  • “Corretagem mata para iniciantes”

Sem ter como escolher uma corretora ideal para todos os investimentos, muito investidores optaram por manter aplicações em mais de uma instituição. A tática pode ser interessante para ajudar a driblar os contras de algumas corretoras.

Nesse sentido, alguns leitores disseram que usam mais de uma instituição para fazer seus investimentos.

  • “XP Investimentos para reserva em renda fixa e Clear para ações”
  • “Easynvest para renda fixa e FII e Inter para renda variável”
  • “Rico para fundos DI e Banco Inter para ações”

Levantamento

Fizemos também um levantamento com nossa base de seguidores do Facebook onde perguntamos qual era a corretora utilizada por eles. Na imagem abaixo é possível visualizar a distribuição das respostas:

Diferença entre corretoras e distribuidoras de valores

Existem diversos tipos de instituições financeiras: bancos comerciais, bancos de investimento, financeiras, corretoras de valores, distribuidoras de valores, fintechs e outras.

Acontece que essa gama variada de instituições pode deixar muita gente confusa. Nesse cenário, uma das maiores dúvidas é: qual a diferenças entre corretora de valores e distribuidora de valores?

A resposta para essa questão é que não existe nenhuma diferença, exceto o nome, entre esses dois tipos de instituições. Porém, nem sempre foi assim o que justifica o fato de ambas não terem o mesmo nome.

Até 2009 existia uma diferença considerável entre uma corretora financeira e uma distribuidora de valores. Enquanto a corretora estava autorizada a atuar no mercado de ações, a distribuidora não podia.

No entanto, em 2009 a CVM e o Banco Central concederam autorização para as distribuidoras pudessem atuar diretamente nos ambientes e sistema de negociação da bolsa de valores.

Assim, ambas as instituições têm como finalidade fazer a ponte entre os investidores e os produtos disponíveis no mercado.

Além disso, tanto as Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários (CTVM) quando , quanto as Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) são supervisionadas pelo Banco Central e necessitam da autorização da CVM – Comissão de Valores Mobiliários para funcionarem.

As duas instituições devem também cumprir requisitos como capacidade financeira e operacional, exigidos pela BM&FBovespa para poderem operar em segmentos determinado.

Em geral, essa qualificação é realizada por meio de um programa chamado Participante de Negociação Pleno (PNP).

O PNP é uma instituição autorizada pela BM&FBovespa a acessar diretamente os sistemas de negociação da Bolsa de Valores e a realizar negócios para carteira própria e de clientes das instituições cadastradas.

Atualizado em julho de 2020

O home broker é um sistema oferecido pelas corretoras de valores, usado para conectar os usuários ao pregão eletrônico no mercado de capitais e no mercado de private equity.

Ele é o sistema que permite a negociação de ações e outros produtos do mercado financeiro de maneira rápida e simples, por isso, o HB é uma variável importante quando o tema é como escolher uma corretora.

O primeiro passo efetivo para investir na bolsa de valores é abrir conta em um corretora de investimentos que te dará acesso a um home broker. Com o HB é possível comprar e vender online.

As operações podem ser realizadas diariamente, em dias e horários comerciais. Para realizar as operações é necessário depositar dinheiro para a conta da corretora.

Não existe um valor mínimo para investir na bolsa de valores, porém é importante ter uma boa estratégia e diversificação para manter um bom nível de rentabilidade e segurança.

As ações são pequenas parcelas do capital de social de uma empresa. Nesse sentido, ao comprar ações, o investidor passa a compor o grupo de sócios da companhia.

A taxa de custódia é uma taxa cobrada mensalmente pelas corretoras para armazenar ações ou títulos do investidor. Essa taxa pode ser um percentual cobrado sobre o valor dos papéis ou um valor fixo.

Além disso, a taxa de custódia pode variar bastante entre um corretora e outra e esse é um fator importante na hora de escolher qual corretora utilizar. Custos muito altos podem inviabilizar a operação.

Saiba como escolher uma corretora de investimentos em 6 passos

Escolher uma corretora de valores é um passo importante na hora de fazer investimentos. São essas instituições que concretizam os processos e fazem a ponte entre o investidor e o mercado de capitais. Para quem é novo no segmento, essa decisão pode não ser tão simples. Afinal, com todas corretoras disponíveis no mercado, como escolher qual é a melhor opção? Há muitos aspectos a considerar, várias dúvidas a esclarecer e a necessidade de conhecer exatamente como funciona o serviço destas empresas. Desta forma, fica mais fácil decidir qual corretora pode ser a melhor para você.

É o seu caso? Então, fique tranquilo! Neste post, explicamos como as corretoras atuam, quais regras precisam seguir e o que você deve avaliar para escolher uma corretora. Você verá que fazer uma boa escolha pode facilitar muito o início da sua jornada como investidor. Vamos lá?! Acompanhe!

Por que as corretoras de valores são importantes?

As corretoras de valores sempre foram decisivas para as operações de investimentos. Até há pouco tempo eram as únicas instituições autorizadas a operar em bolsa de valores. Isso mudou em 2009, com a edição da Decisão-Conjunta BACEN/CVM Nº 17, que abriu espaço para que as distribuidoras de valores também realizem essa atividade.

Isso, no entanto, não diminui a importância das corretoras, que exercem várias atividades atreladas a investimentos. O principal serviço oferecido por essas instituições são as ordens de compra e de venda. Essa ação é muito comum no mercado de ações: sempre que um acionista quer negociar seus papéis, faz isso com o intermédio de uma corretora ou uma distribuidora (mais à frente explicamos a diferença entre elas).

É comum ver, em filmes, a imagem clássica vinculada à bolsa de valores: um grupo de engravatados opera, aos berros, as compras e vendas de ativos por telefone. Há alguns anos, esse era o cenário conturbado dos pregões presenciais.

Hoje, entretanto, as operações são realizadas em pregões eletrônicos. O investidor usa um sistema online, conhecido como home broker ou plataforma de investimentos, para fazer os pedidos de compra e venda. Nem por isso as corretoras deixaram de ser necessárias.

Se antes o intermediário era um corretor que recebia orientações por telefone, agora a ordem é transmitida digitalmente. A corretora ainda é um agente fundamental nesses processos: ela é o responsável por intermediar operações, oferecer consultoria, fazer análises e negociar uma série de títulos que não se restringem às ações.

Os serviços podem englobar, então, o auxílio ao investidor, a prestação de informações sobre produtos financeiros, a tecnologia usada nas plataformas de investimento, a oferta de projeções de mercado e análises técnicas, e até mesmo a administração de fundos de investimento.

Para fazer todas essas funções, as corretoras de valores só podem ser constituídas após autorização prévia do Banco Central do Brasil (Bacen). Além disso, essas instituições são fiscalizadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), além do próprio Bacen.

Qual a diferença entre corretora e distribuidora de valores?

Uma dúvida muito comum para quem começa a investir é a diferença entre uma corretora e uma distribuidora. Na prática, as Sociedades Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários (CTVM) e as Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) não tem diferença, na verdade tem um papel em comum.

Mas nem sempre foi assim. As atribuições dessas entidades sempre foram muito semelhantes e, até 2009, o que as diferenciava era a exclusividade que as corretoras tinham para operar na bolsa de valores. Hoje tanto as corretoras quanto as distribuidoras são instituições autorizadas a operar na bolsa. Elas podem fazer a intermediação tanto de produtos de renda fixa, renda variável e fundos de investimentos.

Com a mudança, portanto, as funções se tornaram as mesmas: hoje, então, só o nome é diferente. Corretoras e distribuidoras são intermediadoras nos mercados financeiro, cambial e de capitais. É assim que o Banco Central do Brasil (Bacen) classifica as duas instituições. Tanto as corretoras quanto as distribuidoras são fiscalizadas pelo Bacen e precisam ter autorização da CVM para poderem funcionar. Entre as funções que ambas estão habilidades a executar, destacam-se:

  • comprar e vender títulos e valores mobiliários por conta própria e de terceiros;
  • operar em bolsa de valores;
  • intermediar a oferta pública e a distribuição de títulos e valores mobiliários no mercado;
  • administrar carteiras e custodiar títulos e valores mobiliários;
  • instituir, organizar e administrar fundos e clubes de investimento;
  • prestar serviços de intermediação e de assessoria ou assistência técnica, em operações e atividades nos mercados financeiro e de capitais.

Na hora de escolher uma corretora ou uma distribuidora, vale avaliar quais os tipos de serviços você busca, quais aplicações a instituição opera, entre outros fatores. Para saber exatamente o que você deve considerar na avaliação de uma corretora, confira a seguir.

O que avaliar ao escolher uma corretora?

Escolher uma corretora requer atenção a alguns aspectos importantes. Eles vão garantir que se consiga investir com segurança e de forma eficiente. Veja o que considerar a seguir!

1. Serviços e produtos oferecidos

As corretoras podem oferecer diversos serviços: operar na bolsa, prestar assessoria, administrar fundos e assim por diante. Isso não quer dizer, porém, que todas prestam o mesmo tipo de serviço: as operações de uma corretora não necessariamente são as mesmas de outra. É possível encontrar uma que ofereça consultoria de investimentos e outra que não, por exemplo.

Um dos primeiros aspectos a observar, portanto, é se a corretora atende às suas necessidades. Se precisar de serviços de administração de carteiras de investimento e consultoria, além das ordens de compra e venda, deve buscar uma instituição que atenda a essas demandas e esteja alinhada a seu perfil.

Vale reforçar a importância da diversificação nessa etapa. As corretoras trabalham com inúmeros ativos, algumas com mais e outras com menos. Então, é preciso considerar seu perfil de investidor para identificar quais são os instrumentos financeiros mais alinhados a seus objetivos.

Nesse sentido, quanto mais opções de produtos de investimentos a corretora oferece melhor, já que isso, ao final, abre mais oportunidades e permite diversificar sua carteira com mais facilidade. Assim, dependendo das condições de mercado, das suas metas e do seu momento de vida, sempre há como aprimorar o seu portfólio de investimentos.

2. Plataforma de investimento

O home broker é a plataforma das corretoras, em que as operações são realizadas. Ele pode ser o diferencial na hora de escolher uma corretora, já que cada uma tem sua própria plataforma. Antes de escolher, é preciso saber se vai se sentir confortável ao usá-lo e se vai encontrar informações e análises com facilidade, por exemplo.

Então, procure saber mais sobre as ferramentas que terá à disposição e se o sistema é intuitivo e fácil de utilizar. Muitas corretoras oferecem testes gratuitos: se for possível, faça uma experiência no ambiente de investimentos antes de tomar a decisão. Além da plataforma de investimentos, algumas corretoras oferecem outras ferramentas como aplicativos para celular, interface com a plataforma do Tesouro Direto, entre outras. Tudo isso pensando em facilitar ainda o seu dia a dia como investidor e tornar o relacionamento com a corretora mais acessível. Portanto, antes de escolher a corretora, veja que tipos de ferramenta são disponibilizadas para você, quanto maior for o número e a qualidade de ferramentas oferecidas, melhor para você.

3. Reputação

Em investimentos, a credibilidade é fundamental. Por isso, é muito importante conhecer a reputação da corretora no mercado. Pesquise bastante, sobretudo em sites de reclamações e, se for possível, converse com outros clientes e até profissionais de mercado, caso tenha acesso a algum.

O número de clientes atuais também ajuda a determinar a confiabilidade da corretora, item essencial para que você invista com segurança e sabedoria.

A reputação da instituição pode ser um fator decisivo na escolha, isso porque um ponto importante quanto falamos em investimentos é a questão do conflito de interesses. Acontece que assim como os bancos, as corretoras também têm suas metas e objetivos internos e, entre eles, está a preferência por determinados produtos — inclusive em função de comissões geradas com a venda.

Ou seja muitas vezes, algumas corretoras acabam não recomendando produtos que são o melhor para você, mas sim o que é mais vantajoso para a empresa. É exatamente neste ponto que surge o conflito de interesses, uma vez que você não está investindo de forma alinhada aos seus interesses mas aos da instituição. Ficar atento a este ponto é fundamental para ter sucesso em seus investimentos e por isso a reputação da instituição se faz tão importante!

4. Custos

Os custos fazem parte das transações de investimento. Deparar-se com eles, portanto, é inevitável. Para não comprometer a rentabilidade de suas aplicações, é preciso observar esse aspecto com atenção. Evidentemente, vale procurar preços competitivos, mas lembre-se de que há inúmeras opções de corretoras e muita propaganda: algumas oferecem taxa zero para alguns investimentos, porém, na prática não é bem assim. Confira, a seguir, os principais custos cobrados, antes de escolher uma corretora:

  • taxa de corretagem:corresponde ao preço do serviço de intermediação das transações, que pode ser cobrado por operação ou uma taxa fixa;
  • taxa de custódia: é o custo de guarda dos ativos. Pode ser cobrado por mês, mas há corretoras que isentam seus clientes;
  • taxa para home broker ou mesa de operações: o investidor pode ter de pagar para fazer as operações no home broker ou nas ordens em mesa de operações (mais caras, nesse caso);
  • impostos: toda prestação de serviços sofre incidência do Imposto sobre Serviços (ISS), cobrança associada à contratação da corretora;
  • emolumentos: são as taxas cobradas na negociação e na liquidação dos ativos.

Quando se sabe quais são os custos associados às transações, é mais fácil fazer uma análise precisa e negociar condições já com base em todas essas cobranças. Uma dica importante é não escolher a corretora somente pelo preço e sim pela combinação entre os valores cobrados e o que é oferecido.

5. Registro na CVM e certificações de mercado

As corretoras precisam estar registradas na CVM, mas só isso não basta para avaliar se operam de acordo com as melhores práticas. Uma forma de fazer essa verificação é consultar as entidades responsáveis pela regulação, pela fiscalização e pela organização do mercado, como a própria CVM, a B3 e o Bacen.

A B3 nasceu da combinação entre a BM&FBOVESPA e a Cetip. Em seu site, é possível buscar corretoras para conhecer seus produtos financeiros, o perfil dos clientes atendidos e se as instituições têm certificação no Programa de Qualificação Operacional (PQO), um método desenvolvido pela B3 com base em indicadores de qualidade.

6. Atendimento

O atendimento é importante para todo mundo, mas, sobretudo, para quem ainda está no início da jornada dos investimentos. O que deve ser avaliado é se o serviço corresponde às necessidades. A disponibilidade dos profissionais e a forma como tratam o cliente e solucionam suas dúvidas devem ser determinantes para a sua escolha. Os profissionais devem ser ágeis e didáticos nas explicações, pois será um relacionamento de longo prazo envolvendo seu patrimônio.

A equipe da corretora deve ser acessível e estar sempre disponível para que você não se sinta desamparado. Contar com canais de suporte, fáceis de serem acessados também é essencial, afinal você precisa estar seguro em relação aos seus investimentos.

Agora que você já sabe o que é importante verificar na hora de escolher uma corretora, que tal conhecer as vantagens de usar um app de investimentos ? Descubra porque eles podem ser uma poderosa ferramenta para acompanhar em tempo real as aplicações e ajudar você a cuidar melhor do seu dinheiro!

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