Como se comporta o mercado financeiro

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Coronavírus, mercado financeiro e previdência privada

Renata Righi Paulella é sócia da LR Agente Autônomo de Investimentos, atuante do mercado financeiro desde 2001 e certificada CFP® – Certified Financial Planner™.

Sciath: Nós temos acompanhado as notícias de instabilidade do mercado financeiro. Por que o avanço de uma doença impacta tanto no mercado?

Renata Paulella: Na verdade, o vírus em si não é o grande problema. A questão é que hoje temos uma cadeia produtiva e econômica integrada. E a crise se torna uma crise de produtividade. Você vê a China, ela ficou parada por causa do COVID-19. E a China parada impacta muito porque ela é uma das grandes parceiras de negócios no mundo todo. Então, a Bolsa [de Valores] e as economias são afetadas por conta disso. No Brasil, especificamente, há uma dependência muito grande da China e nós já vínhamos sentindo a volatilidade por conta dos conflitos comerciais entre a China e os Estados Unidos. Fora isso, a gente ouviu empresas que começaram a divulgar resultados esperados menores, por falta de componentes que vinham da China para atender a demanda. É uma cadeia produtiva interligada, que afeta a produção, a logística, o consumo… e por isso o mercado financeiro fica tão instável.

S: Você fala que nós já vinhamos sentindo a crise até por conta dos conflitos entre Estados Unidos e China. E neste momento, em que estamos enfrentando quarentenas, políticas de trabalho remoto e outras mudanças. Pode dar exemplos de como isso afeta o mercado?

R: Nós já vinhamos sentindo o mercado balançar por conta da guerra comercial da China com os Estados Unidos. O mercado financeiro reage a incertezas. Quanto mais imprevisível o cenário, maior a volatilidade dos mercados, e isso quer dizer que maior é o risco. Em termos práticos, as quarentenas e isolamentos sociais ajudam a conter a propagação da doença por um lado, mas impactam o setor produtivo por outro. Muitas empresas estão precisando dispensar os funcionários, ou trabalhar com jornadas reduzidas. A princípio para ajudar a brecar a contaminação da população, mas num segundo momento será por conta da baixa demanda, fruto dessas ações. Se todos estão em casa, se as empresas estão reduzindo a produção, se os consumidores estão consumindo menos, espera-se que logo a demanda seja menor e o resultado disso é a desaceleração da economia. O setor de serviços, sofre com a baixa demanda. Restaurantes, lanchonetes, lavanderias, agências de turismo, salões de beleza, entre tantos outros perdem receitas por conta da população estar isolada em casa. Isso pode gerar também uma onda de inadimplência, pois se a receita diminui, a capacidade de pagar as dívidas também se reduz, tanto das pessoas físicas quanto das empresas. Por isso o Governo e o Banco Central têm atuado para jogar liquidez no mercado, e aprovado medidas como empréstimos pelo BNDES, postergação do pagamento de parcelas dos financiamentos, redução do compulsório dos bancos, antecipação do 13º dos aposentados, adiantamento do abono salarial etc. Tudo isso para tentar evitar uma crise de crédito que pode vir a acontecer dependendo de quanto tempo demorar a quarentena.

S: Voltando ao comportamento do mercado, como essas mudanças podem afetar os rendimentos?

R: Se você tem uma pandemia, mas tiver uma previsão de que ela vai começar a regredir, por exemplo, a tendência é as Bolsas reagirem positivamente. Mas quando há incertezas, os mercados balançam e muitas pessoas começam a ficar em pânico. Com isso, começam a sair do mercado por reação à imprevisibilidade. Passa a existir um fluxo migratório para ativos mais seguros, como o ouro, por exemplo. Nessa hora, os “gringos” – como chamamos os investidores internacionais, desinvestem em economias emergentes, como a nossa, e mandam para ativos com menos riscos. Isso já vinha acontecendo nos últimos tempos, por conta das quedas de juros no Brasil. Por isso vimos o dólar subindo desde o ano passado. Esse ciclo gera um novo risco de pessimismo interno e, mais volatilidade para o mercado.

S: E como esses impactos chegam aos planos de Previdência, por exemplo?

R: O produto Previdência Privada é um misto de seguro e investimento. A parte “investimento” é o fundo escolhido para rentabilizar a sua reserva, entre tantos disponíveis no mercado, dos mais conservadores aos mais arrojados. A parte “seguro” é a possibilidade de transformar em renda, indicar beneficiário em caso de óbito do titular, o beneficiário receber a reserva sem passar por inventário, entre outros. Diferentemente de um fundo de investimentos cujo objetivo básico é rentabilizar o patrimônio dos participantes, a Previdência Privada tem características que buscam, além disso, incentivar a formação de poupança para utilização no longo prazo (como, por exemplo, a tributação, liquidez, taxas e outras como as citadas acima). Essa combinação deixa o produto com características de longo prazo, que responde de maneira diferente neste momento. Tanto pelo fato de a cabeça do investidor desse tipo de produto já ser preparada para não contar com esse recurso no curto prazo, portanto não sofrendo tanto com as oscilações dos mercados, quanto pelas regras e limites de exposição ao risco impostos pela SUSEP [Superintendência de Seguros Privados] como por exemplo: limite de alocação por categoria, limite de alavancagem, limite de alocação por emissor e por tipo de ativo. Isso faz com que os impactos sejam menores nesses produtos, comparativamente com os fundos que não são de previdência e não precisam obedecer esses limites da SUSEP. Ou seja, quando o momento for de ganho, esse fundo de previdência pode ganhar menos, mas em situações voláteis, como as de hoje, ele vai perder menos também.

S: E como trabalhar isso com quem tem interesse em obter a Previdência?

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R: O que faz mais sentido é compreender o perfil de quem tem interesse por um produto. Quando se pensa em Previdência hoje em dia, o que vem à cabeça é aposentadoria. Mas existem perfis muito amplos. É preciso estar ciente de que quem compra Previdência Privada pensa em longo prazo. É um dinheiro do qual ele não vai ter que dispor amanhã. Se ele tiver isso em mente, fica mais fácil segurar essa onda de pessimismo. Outro ponto é que a gente acompanha essas crises, estuda e observa que a recuperação vem em médio e longo prazo. Os economistas dizem que a recuperação ocorre geralmente em forma de V [queda brusca seguida de recuperação acentuada]. E quem tira tudo dos investimentos no pânico pode perder essa volta. Existem investimentos em que as pessoas entram para operar, ganhar na especulação. Mas quando a gente fala em Previdência, está falando em planejamento, objetivos de longo prazo

S: Você citou que é importante compreender o perfil de quem opta por Previdência e alinhar com esse investidor que dinheiro do qual ele está dispondo para isso deve permanecer ali por um prazo mais longo. Isso vale, inclusive, para que ele se beneficie do incentivo fiscal, certo? Pode explicar como funciona?

R: É importante conhecer o perfil para qualquer produto, seja de seguro, seja para investimentos. Quando falamos de Previdência Privada, mesmo esse produto tendo várias aplicações como: aposentadoria complementar com contribuições mensais, planejamento sucessório, reversão da reserva para o beneficiário quando do falecimento do segurado, utilização de diferimento fiscal (…) todas estas geralmente já nos remetem ao longo prazo. Independentemente do tipo de estratégia escolhida para rentabilizar o produto (um fundo mais arrojado ou um mais conservador), a Previdência Privada tem características de longo prazo, por exemplo, na forma de tributação da reserva acumulada. Tanto um PGBL, quanto um VGBL podem ter a tributação progressiva, que utiliza a tabela de Imposto de Renda para ajuste anual, ou o regime de tributação regressiva (ou definitiva), que pode chegar à alíquota de 10% de Imposto de Renda (após um período de 10 anos). Existe também o diferimento fiscal para PGBL, que possibilita deduzir até 12% da renda bruta anual tributável, no Imposto de Renda, caso o cliente opte por fazer a declaração completa.

S: Ainda sobre Previdência e a imprevisibilidade do mercado, você diria que vale a pena investir?

R: O mercado de Previdência Privada no Brasil vem se sofisticando e ganhando mais destaque nos últimos anos. Os produtos de previdência privada são regulados pela SUSEP e possuem regras e limites rígidos. Portanto, sim, entendo que seja um produto importante para fazer parte de uma carteira de investimentos diversificada. Percebemos a importância da diversificação e do longo prazo, principalmente em momentos de alta volatilidade e imprevisibilidade do mercado. Esse produto não é trivial, ele pode ser uma ótima ferramenta de complemento de aposentadoria, investimentos ou de uma estratégia de planejamento sucessório, desde que seja vendido com transparência, por profissionais especializados, que entendam as características da Previdência Privada e o perfil do cliente, e deixem claro esses aspectos ao investidor. Uma venda bem feita desse produto faz toda a diferença para o conforto do cliente com as oscilações que os fundos podem vir a sentir num momento de crise global, como esse que vivemos hoje.

S: É possível fazer uma projeção ou falar em expectativas para o mercado para os próximos meses?

R: Essa é a pergunta de um milhão. Se a gente soubesse quando vai voltar, as coisas se estabilizariam. A China está reportando a redução da contaminação. Em contrapartida, a Itália ainda vive um momento difícil e, embora o número de óbitos registrados sejam menores a cada dia, ainda são de aproximadamente 600 diários. O que a gente vê é que as respostas para a disseminação da doença estão chegando mais rapidamente e isso é positivo. O isolamento social tem sido utilizado ao redor do mundo e tem se provado eficiente para conter a disseminação. Também já temos esperança sobre medicamento e o mundo todo está trabalhando para viabilizar a vacina. Por isso alguns especialistas e economistas esperam uma retomada da economia mundial nos próximos 6 meses, alguns mais, outros menos, mas é impossível prever. Existe ainda muita incerteza e, que haverá uma desaceleração grande do PIB mundial, isso é consenso. Vivemos em um mundo globalizado, numa cadeia produtiva interdependente e, no caso do Coronavírus, existem as quarentenas e lockdowns, que atrapalham a produtividade nos países.
O que se pode dizer neste momento sobre investimentos é: se você é um investidor experiente, entende os riscos e aguenta a volatilidade desses mercados, é hora de comprar ativos de riscos, que ficaram mais baratos. Quem está sofrendo é quem entrou em um risco que não combina com o seu perfil de investimentos, e que precisa dos recursos no curto/ médio prazo. Nesses casos sim, pode fazer sentido sair, realizar a perda e buscar investimentos mais conservadores.

Como se comporta o mercado financeiro

As técnicas usadas na análise do mercado seguem preferencialmente duas linhas. A primeira seria a análise fundamentalista, a qual interpreta os indicadores e cenário macroeconômico, o desempenho dos diversos setores, os resultados históricos e os fundamentos das empresas, avaliando-os, para então gerar estimativas e expectativas para o futuro. É uma análise qualitativa onde são levados em consideração dados da empresa, tais como o seu balanço, a evolução de sua receita e lucro ao longo dos anos, o seu patrimônio e o seu desempenho, assim como a sua posição no respectivo setor econômico em que atua e a perspectiva geral para este, bem como para toda a economia numa escala maior.

A outra linha é a chamada análise técnica, a qual utiliza cotações projetadas em gráficos a partir de um histórico de dados, isto é, os preços e os volumes financeiros de determinado ativo. A análise técnica é, portanto, uma combinação entre matemática e a interpretação de padrões gráficos como forma de estudar e entender o comportamento passado das cotações do ativo, no intuito de avaliá-lo e prevê-lo para o futuro.

Cabe ao investidor definir os melhores mecanismos para utilizar em sua análise, visando aprimorar seu índice de acerto. Não se trata de tentar ser mais esperto ou puramente adivinhar, e sim de estudar todo um elenco de ferramentas técnicas que permitem um estudo racional e consciente da tendência do preço de um ativo. E entender que um determinado ativo não sobe 5% de um dia para outro apenas por fundamentos econômicos, mas porque para o mercado este ativo vale mais. E o que mais interessa não é o porque do ativo ter subido e sim perceber a oportunidade em tempo hábil e conseguir ganhar com sua alta.

“Um homem que se diz sábio nunca deve se envergonhar em aprender mais e abrir sua mente”.

O mercado funciona sobre uma atmosfera de incertezas, os sinais de compra e de venda são claros quando estão no meio do gráfico. Entretanto, quando se olha para a sua ponta à direita não há certeza, apenas probabilidade. Um bom sistema de análise propicia um diferencial para o investidor, criando uma expectativa positiva ou negativa sobre uma série de oportunidades a partir do uso de critérios objetivos para interpretar os movimentos dos preços e para operar no mercado. Caso contrário, sua estratégia será apenas jogo, uma aposta, e seu resultado dependerá exclusivamente da sorte.

Utilizar apenas a análise técnica também é um grande erro. Quem faz isso não quer saber por que o ativo está subindo, apenas quer saber quando vai subir. Isso pode expor um investidor a movimentos de preços puramente especulativos em ativos “podres” sem nenhum fundamento. Eventualmente isso lhe trará grandes prejuízos, sendo apenas uma questão de tempo até que a catástrofe aconteça.

Investir em renda variável oferece a ilusão de satisfazer o sonho de independência financeira. Isso fará com que você tenha a tendência de levar em consideração apenas o tipo de informação do mercado que confirme e reforce a sua opinião sobre a sua operação ou sobre a tendência do preço de determinado ativo. A maioria dos investidores se foca quase que exclusivamente em análise gráfica e técnica, negando outras informações, tais como os fundamentos do ativo, os quais muitas vezes poderiam lhes dizer que a melhor oportunidade está exatamente na outra direção.

A análise técnica geralmente não antecipa as reversões de tendência antes que a mesmas ocorram. De fato, só após as cotações começarem a cair é que a análise gráfica detecta tal reversão. Por outro lado, sabendo interpretar os fundamentos é possível estimar como o mercado reagirá aos resultados divulgados por uma empresa ou com relação aos resultados de indicadores econômicos no longo prazo.

“Ler gráficos é um pouco como “surfar”. Não é preciso saber-se muito da física das marés, da ressonância e da dinâmica dos fluidos para apanhar uma boa onda. É apenas preciso estar preparado para sentir quando é que a onda vai acontecer e entrar nela na altura certa”.

Os gráficos são ótimos para ver o que já aconteceu e para ver o que está acontecendo. Porém, quando utilizados isoladamente são péssimos para ver o que vai acontecer, já que o lado direito do gráfico não aparece em nenhum sistema de análise técnica. Mas ainda assim não há nada de errado em estudar análise gráfica. Não há nada de errado em utilizar gráficos para lhe auxiliar em suas operações. O problema está em participar de “seitas” e acreditar nos “gurus” do mercado com seus setups milagrosos, misturando religião, fé e doutrina com o mercado.

Os “profetas” da bolsa sempre fizeram parte da história dos mercados e tenha certeza de que continuarão a existir no futuro. Nos tempos modernos talvez sejam mais conhecidos e famosos do que eram há cem anos atrás, mas isso é apenas uma consequência da facilidade dos meios de comunicações, o que faz com que as notícias e as opiniões corram o mundo em segundos, ganhando assim uma dimensão maior.

É assim que tais indivíduos vendem a ilusão de que seu “método” de análise e estratégia de “investimento” lhe trará uma fortuna. Portanto, seja realista! Tenha em mente que nenhum guru irá lhe deixar rico e que ninguém consegue sobreviver no mercado sem estudar e praticar, desenvolvendo assim as suas próprias aptidões. Use os resultados das suas próprias análises ao invés de usar opiniões externas. Não confunda especulação com o investimento.

“Acredito que os sistemas tendem a ficar mais úteis ou obter mais êxito para o criador do que para os outros. É importante ter uma abordagem personalizada; caso contrário, você não terá a confiança de seguí-la”.

Se você quiser superar a multidão você deve ter uma visão que é diferente da multidão. Gurus se aproveitam da preguiça que os investidores têm de estudar para difundir seus golpes e métodos milagrosos de análise e de investimento. É muito mais fácil seguir os conselhos de alguém do que frequentar cursos, ter de ler vários livros e dedicar tempo para aprender por conta própria. Além disso, seguir os conselhos do guru isenta o iniciante da responsabilidade de ter que decidir em quais ativos investir e quando o fazê-lo. Ou seja, na sua mente o isenta da responsabilidade pelo erro e pelo prejuízo.

Além disso, quem investe embasado apenas nas opiniões e projeções de gurus, corretores e analistas não consegue identificar o erro de análise que o levou à perda. O único erro que identifica foi o de ter seguido cegamente a opinião de alguém. E se tiver lucidez suficiente para fazê-lo talvez essa derrota seja mesmo a sua grande vitória.

Como investidor consciente você precisa entender que no longo prazo será o seu compromisso com os seus investimentos e a sua determinação para aprender e investigar o mercado que irão produzir efetivos retornos. Você tem que trabalhar por conta própria, ler livros, acompanhar o mercado e desenvolver suas estratégias. Ser paciente com o lucro e impaciente com a perda, e acima de tudo, ser independente e realista.

Muitas pessoas investem reagindo emocionalmente ao movimento do preço, sem nenhum tipo de planejamento ou embasamento. O mais comum é a tomar uma decisão seguindo uma dica, uma notícia ou um boato. O dinheiro dessas pessoas é uma presa fácil para os tubarões famintos que estão sempre a procura de uma oportunidade de lucro rápido aguardando o momento ideal para gerar pullbacks na tendência principal do mercado e disparar ordens stop, arrancando o dinheiro do bolso dos sardinhas, os quais acreditavam que uma boa oportunidade havia surgido. Como disse Charlie Munger, “imitar o rebanho fará com que você tenha o desempenho da média deste rebanho, ou seja, um desempenho medíocre.”

“A verdade é que ninguém tem a mais remota ideia do que vai acontecer ano que vem, semana que vem, nem sequer amanhã. Se você quer chegar a ser alguém como investidor, a primeira coisa que deve fazer é largar o vício de dar atenção a previsões. É da maior importância jamais levar a sério economistas, especialistas em mercado, nem quaisquer outros oráculos financeiros”.

O passado nunca é um guia perfeito para o futuro, o qual é sempre incerto. Mas ignorar totalmente as lições do passado pode ser um erro fatal para o investidor. Para aqueles que utilizam os gráficos, estes devem ser vistos apenas como uma ferramenta a mais e não como a verdade absoluta, sendo uma maneira extremamente prática para acompanhar rapidamente o mercado e a evolução do preço de um determinado ativo, de um indicador econômico ou de algum fundamento da empresa.

Dessa forma, é sempre recomendável utilizar algum programa ou site que possibilite acompanhar através de gráficos as cotações e os fundamentos de uma gama de ativos, investigando novas oportunidades. Utilize gráficos semanais para identificar a tendência de longo prazo do mercado. A partir daí, use gráficos diários para determinar quando abrir ou fechar uma posição num determinado ativo (timing).

É fundamental saber a tendência de longo prazo dos índices Dow Jones, S&P 500, bovespa e do índice setorial, pois estes são os “termômetros” do mercado. Operando de acordo com a tendência você estará trazendo as chances à seu favor. E ao saber a tendência de longo prazo do mercado como um todo posteriormente determina-se a tendência de longo prazo do ativo.

O objetivo é aumentar a probabilidade de acerto através da análise da tendência dos índices, do preço do ativo e de seus fundamentos, bem como dos indicadores econômicos, partindo de uma macro escala para uma micro. Estudar os fundamentos das empresas e dos setores determinará em quais ativos investir. Compreender como o mercado se comporta dias antes dos grandes movimentos dos preços lhe ajudará a antecipá-los, definindo quando entrar e sair do mercado, identificando oportunidades ou protegendo seu capital de reversões de tendência.

Basicamente, será o próprio mercado quem lhe dirá o que fazer. Abrir uma posição comprada ou vendida, ou encerrar uma posição comprada ou vendida. Nós podemos decidir no que será melhor investir, mas ainda assim caberá ao mercado decidir o quanto iremos ganhar, ou mesmo, se iremos ganhar. Assim, temos apenas de nos render àquilo que o mercado nos dá.

“As pessoas não querem saber se é um mercado de alta ou de baixa. Querem saber qual ação comprar ou vender. Querem receber algo em troca de nada. Não querem trabalhar. Não querem estudar. Não querem sequer ter que pensar”.

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Como se comporta o mercado financeiro nas opções binárias

Se o que buscamos é desfrutar do comércio com opções com os melhores resultados e ter uma experiência de trading satisfatória é muito importante saber como se comporta o mercado financeiro nas opções binárias.

Então antes de mais nada, vamos aclarar o que é que entendemos como o comportamento do mercado financeiro.

No âmbito das opções binárias o comportamento do mercado financeiro é aquilo que influi nas flutuações dos preços para uma tendência ou outra.

Glossário do conteúdo do artigo:

Trata-se dos movimentos que apresentam as cotações dos ativos subjacentes em questão, e quais são os fatores que afetam suas tendências.

Como analisamos o comportamento nos mercados?

Não é a primeira vez que comentamos que os mercados são muito influenciáveis e que os ativos subjacentes que cotam no mesmo frequentemente acabam sendo muito voláteis. O objetivo das operações binárias, como já sabemos, é prever com êxito a direção dos preços.

Portanto, analisar o comportamento nos mercados será um fator chave para determinar com acerto as tendências dos diferentes ativos financeiros subjacentes. É realmente possível prever um movimento de preço antes que aconteça?

Bom, isso depende da sua capacidade para observar o comportamento dos mercados e sobretudo, estar a par dos fatores que podem influenciar – de um modo ou outro – nos preços dos ativos.

É possível entender o comportamento do mercado? Pois sim, claro que sim. Frequentemente as reações do mercado são bastante lógicas. Simplesmente deve-se entender a psicologia do mercado, e assim saberemos muitos dos conjuntos de valores.

Quanto mais saibamos sobre os mercados e seu funcionamento melhores análises faremos, e o mesmo com o trading com opções binárias.

Se levamos a sério a etapa de capacitação poderemos ir adquirindo mais conhecimentos e habilidades, e com a prática a experiência nas negociações com opções binárias será muito mais favorável para o bolso, pois faremos melhores previsões e aumentaremos os rendimentos potenciais.

Quanto ao comportamento dos mercados, se você for bom nas análises e aprender a pensar objetivamente você se sairá bem.

Não obstante, também terá que ter em conta que muitas vezes a volatilidade do mercado vem provocada pelo sentimento generalizado dos próprios investidores, pois eles podem chegar a criar inclusive situações de incerteza onde os mercados se encontram mais instáveis, para te dar um exemplo.

Em resumo, os mercados costumam se comportar de maneira bastante objetivo então se formos objetivos poderemos tirar excelentes conclusões depois da análise e realizar investimentos com muito mais opções de finalizar com êxito e os ganhos que buscamos atorvastatin generic.

Mas, por outro lado, também há vezes que o comportamento não será tão lógico como deveria pelo que deve-se estar muito alerta para poder analisar adequadamente o comportamento e as reações pontuais.

Para entender o comportamento dos mercados e saber como analisá-los da maneira mais conveniente é importante conhecer os fatores que afetam o mercado. E é que já o dissemos, há fatores que fazem reagir os mercados e que influem – seja na alta ou na baixa – o preço dos ativos subjacentes que cotam no mesmo.

Então para entender o comportamento e realizar boas análises é necessário conhecer – e controlar – estes fatores.

Os fatores que afetam o mercado

Como vínhamos dizendo para analisar os mercados e saber os porquês é importante controlar os fatores que afetam o mercado, evidentemente.

A seguir veremos os três grandes fatores, que se classificam em: Demanda, Oferta e Equilíbrio.

A oferta e a demanda

A formulação básica da Oferta e Demanda se baseia na relação entre o preço de um produto ou serviço e as vendas do mesmo, o que nos proporciona uma competência perfeita dentro de um mercado e um preço de mercado para o produto ou serviço, que se estabelecerá em um ponto, denominado equilíbrio.

A lei de oferta e demanda implica o seguinte:

  • Quando a demanda excede a oferta o preço aumenta e quando a oferta excede a demanda acontece o inverso, ou seja, o preço diminui.
  • Quando um preço sobe a demanda diminui e no contrário ocorre que, quando um preço cai aumenta a oferta.
  • O preço sempre tende a um nível no que a demanda iguala à oferta.

No mercado de opções, que são investimentos puramente especulativos, deve haver demanda e uma necessidade de investir nas mesmas. Então aí é onde temos os brokers ou plataformas de trading com sua oferta, para oferecer este produto de investimento.

Quando decidimos investir em um ativo financeiro poderemos observar através dos gráficos que o preço sobe, cai e volta a subir sucessivamente, e é que há muitos fatores que provocam isto. Sem ir muito mais longe, como há dissemos, o fator da oferta e a demanda é a que está mais presente nos mercados.

Para que você tenha uma ideia, se há mais compradores o custo será mais alto enquanto que se a oferta é menor o valor cairá para atrair de novo os investidores. Assim é como surge o equilíbrio que comentávamos inicialmente.

O sentimento do mercado

Vale destacar que há muitos acontecimentos, eventos e notícias que afetam os mercados, os quais reagem tornando-se mais ou menos voláteis, e ao mesmo tempo os ativos que cotam o poderão fazer com tendências de alta ou baixa, dependendo de como os afetam estas questões.

Daí que seja tão importante controlar tudo o que possa influir nos mercados financeiros e os ativos.

A psicologia do trading é algo que não pode nos afetar, ou ao menos deveríamos tentar que não nos influa. A disciplina será vital se queremos investir com êxito, não se esqueça.

Para calcular com muito mais certeza o sentimento real do mercado são necessários anos de experiência. Mas, se você quer começar com algo te recomendo que opte por indicadores que te ajudem a ver as tendências do mercado e dos preços, como por exemplo as médias móveis.

Por outro lado, estar a par das notícias financeiras e de outro tipo de notícias de caráter econômico ou político podem nos ser de muita ajuda para obter dados que nos ajudem nas análises.

Bom, também será interessante ter em conta as análises dos experientes sobre o trading com opções de divisas, matérias primas, índices e ações.

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