Como e quando o comércio rentável dólar

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Торговля долларом

Расскажу Вам о торговле американским долларом США. Американский доллар это контрциклическая валюта. Чем больше вы переживаете за спад китайской экономики, падения цен на нефть, тем сильнее доллар. Сейчас, когда всех заботят риски в Китае, люди покупают долларовые облигации.

Контрциклическая валюта – валюта, традиционно демонстрирующая укрепление в периоды нестабильности на мировых финансовых рынках и/или спада в мировой экономике. К этой категории валют относятся, в частности, доллар США, японская иена и швейцарский франк.

Это одна из самых популярных валют у всех трейдеров. Ответственны за выпуск американских долларов США Федеральная Резервная Система (ФРС). ФРС выполняет функции центрального банка в США. Цели, которые преследует ФРС – это рост экономики, высокий уровень занятости населения, стабильность покупательной способности, баланс в сделках валют с иностранными государствами.

Во главе Федеральной Резервной Системы с 5 февраля 2020 года стоит президент Джером Пауэлл . Выступления этого мужчины слушают все трейдеры, зарабатывающие на финансовых рынках. На курс доллара влияют не только слова, которые он произносит, но и его настроение, внешний вид, когда он выступает с докладом перед Конгрессом или Министром Финансов.

Непосредственное влияние на курс доллара ФРС может оказывать несколькими способами: при помощи изменения учетной ставки, инструментами финансового рынка, изменением резервных требований, по средством валютных оперций.

Доллар является мировой валютой, от курса долларя зависят все мировые экономики, к доллару приравниваются все товары и активы. А золото и американский доллар вообще взаимосвязаны. Обратите внимание на закономерность в живом графике. Если доллар растет, то золото непременно падает, и наоборот. Многие трейдеры используют это свойство в своей торговле.

На бирже, валютных пар с американским долларом огромное множество, EUR/USD, USD/JPY, AUD/USD, NZD/USD, GBP/USD, USD/CHF, USD/CAD и др. Не говоря уже про экзотические USD/ ZAR (южноафриканский ранд), USD/TRY (турецкая лира), USD/MXN (мексиканский песо), USD/HUF (венгерский форинт), USD/BRL (бразильский реал).

Самыми волатильными парами считаются EUR/USD, GBP/USD, USD/JPY. Мои самые любимые валютные пары с участием американского доллара, которыми я торгую на форекс являются USD/JPY, AUD/USD, GBP/USD, USD/CHF, USD/CAD.

Валютные пары с долларом США наиболее активны в Американскую сессию и это не удивительно!

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Я же предпочитаю торговать в Европейскую сессию, потому что моя авторская медотика и стратегия, по которой я даю бесплатные онлайн сигналы для бинарных опционов своим трейдерам в чате лучше всего работает в промежуток времени от 06-00 GMT до 14-00 GMT. Пик торгов, приходится именно на европейскую сессию. Во время Американской сессии неплохо срабатывают опционы открытые по новостям экономического календаря. Очень важно следовать торговой стратегии, когда торгуешь по новостям календаря.

Валютные пары с американским долларом есть абсолютно на любой платформе. Также вы можете торговать по активам американских компаний.

Используйте для этого мой календарь отчетности и следите за новостями компаний в интернете и по TV. Принимайте взвешенные решения и не упускайте возможности для торговли долларом и заработка!

Alta do dólar: entenda seus motivos

Descubra por que as oscilações da moeda acontecem.

Quem costuma acompanhar a cotação do dólar americano deve ter levado um susto nos últimos dias. Afinal, o dólar atingiu o seu maior valor de fechamento do ano. É a maior alta desde o recorde de R$ 4,19, registrado em 13 de setembro de 2020.

Como sempre, esse valor incomoda quem tem viagem marcada, seja a trabalho ou a passeio, e também a população no geral. Afinal, como é possível ver a seguir, a alta da moeda influencia no dia a dia das pessoas até na hora de comprar um pãozinho na padaria.

A partir de agora, descubra os motivos que influenciam na alta do dólar e as lições que podem ser tiradas desse cenário.

O que é taxa de câmbio?

Antes de falar dos motivos para oscilação do dólar, é importante explicar de forma bem rapida o que é a taxa de câmbio. Afinal, por que uma moeda vale mais, outra vale menos?

Bem, a taxa de câmbio serve para facilitar o comércio exterior, neste caso do Brasil e dos Estados Unidos. Para que uma transação não aconteça de forma injusta, alguns fatores tornam uma moeda mais forte, como veremos a seguir, o que altera o preço entre uma e outra.

Por exemplo, imagine o seguinte cenário: os Estados Unidos está com uma economia muito forte, exportando bastante, governo estável e relações diplomáticas sem muitas polêmicas.

Por outro lado, no Brasil, um presidente acabou de sofrer impeachment, o país acaba de perder o seu maior importador e há uma grande crise diplomática acontecendo. Nesse contexto, um país está claramente melhor sucedido do que o outro, certo?!

Sendo assim, não seria justo que, ao importar um produto dos Estados Unidos, a moeda do Brasil tivesse o mesmo peso diante da moeda americana. É para isso que há a taxa de câmbio. Ela serve, basicamente, para refletir o contexto econômico de cada país em relação aos outros.

Qual foi a cotação do dólar mais alta? E a mais baixa?

Desde a criação do Plano Real, e excluindo o recorde atual, a maior alta do dólar diante da moeda brasileira aconteceu no mês de setembro de 2020. Na época, a moeda bateu R$4,19. Por outro lado, a menor cotação do dólar da história aconteceu há mais de 20 anos, quando o dólar chegou a ser negociado a R$ 0,82. Já imaginou?!

Por que a alta do dólar influencia na vida das pessoas?

Muitos acreditam que a cotação do dólar influencia somente na vida de quem vai viajar ao exterior, o que não é verdade. Afinal, vários produtos consumidos no dia a dia do brasileiro são importados total ou parcialmente. Um exemplo perfeito é o pãozinho francês.

O pão francês é um produto feito no Brasil, só que existe um porém: mais da metade da farinha de trigo utilizada para a fabricação de pães no país é importada. Ou seja: o preço do pãozinho aumenta. E isso é só um dos milhares de exemplos.

Por que a alta do dólar acontece?

Assim como em qualquer transação comercial, o que define a valorização de uma moeda é, basicamente, a sua oferta e demanda no mercado.

Ou seja, quanto maior a demanda pelo dólar, ou qualquer outra moeda estrangeira, maior será também a sua cotação. Por outro lado, quanto maior a sua disponibilidade no mercado, mais barata a moeda.

“O que aumenta ou diminui a demanda de uma moeda estrangeira no mercado?” É isso que você descobre a seguir.

Quais os fatores responsáveis pela alta da moeda?

Sabendo o que é a taxa de câmbio, qual foi a maior cotação do dólar e o menor preço pelo qual a moeda foi negociada, é hora de entender quais os principais fatores responsáveis pela alta da moeda.

Déficit e superávit comercial

O déficit e o superávit comercial estão relacionados a importação e exportação de produtos entre os dois países. O comércio exterior como um todo.

Ou seja, usando os Estados Unidos como exemplo, quanto maior o número de exportação de produtos americanos, maior a demanda de dólares de outros países. Afinal, é necessário usar dólares nas transações comerciais.

Como nos últimos anos a disputa comercial entre Estados Unidos e China segue em clima hostil, o país norte-americano tem seguido com uma postura mais fechada para o comércio mundial.

Contudo, com a desaceleração do comércio mundial, por conta da queda de boa parte dos investimentos tradicionais na China, Estados Unidos sobressaiu e o dólar valorizou.

A influência do turismo

O turismo internacional também é uma das formas de fazer moedas internacionais circularem pelo mundo. Por exemplo, quanto mais os brasileiros viajam para o exterior, maior a demanda de dólar. Afinal, as pessoas precisam da moeda para pagar contas, passeios, pacotes etc. Nesse caso, a cotação do dólar sobe.

O contrário também acontece. Quando o número de turistas estrangeiros no Brasil aumenta, seja por um evento de grandes proporções como o Carnaval ou a Copa do Mundo, maior a oferta do dólar. Com isso, a tendência é que sua cotação caia. Simples assim.

Um exemplo real é o carnaval de 2020, época que o turismo chegou a movimentar R$3 bilhões só no Rio de Janeiro e o dólar chegava a R$3,08 após uma queda de 0,14%.

Risco país e a cotação do dólar

Outro fator que influencia diretamente na cotação do dólar é a incerteza do cenário econômico de determinado país. Há um índice definido pelo comércio exterior chamado de “risco país” responsável por medir esse nível de incerteza.

Sendo assim, quando esse risco aumenta, o número de investimentos feitos no país tende a cair. Normalmente em períodos eleitorais, crises diplomáticas, grandes desastres ambientais, escândalos internacionais, a moeda do país tende a sofrer queda.

Gostou de saber mais sobre a cotação do dólar? Acompanhe o blog para continuar acessando conteúdos sobre câmbio, comércio exterior e qual o melhor momento para comprar dólar para viagens internacionais.

Por que o dólar está subindo?

O dólar à vista já sobe mais de 8% desde o início do ano e, com isso, busca níveis nunca antes atingidos. Entenda a dinâmica por trás do mercado de câmbio e os fatores que têm pressionado a moeda

Que o dólar à vista está numa tendência de alta, você já sabe: desde o início de 2020 — mais precisamente, até o dia 12 de maio —, a moeda americana acumulou ganhos maiores que 45% — em uma escalada que levou a divisa a novos recordes em termos nominais.

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O tema tem gerado debates acalorados e despertado uma curiosidade que vai muito além do mercado financeiro. Um levantamento preparado pelo Google mostra que o câmbio aparece entre os assuntos mais procurados pelos brasileiros em sua ferramenta de pesquisas.

Sendo assim, vamos responder às cinco maiores dúvidas em relação ao comportamento da moeda americana. Eu não sei se você vai encontrar a resposta no Google, mas ela está aqui no Seu Dinheiro. Vamos começar pela pela grande dúvida de todos:

1 – Por que o dólar está subindo?

Esse não é um questionamento simples, já que a tendência de alta da moeda americana é fruto de uma série de motivos que atuam em conjunto, e não apenas de um único ponto de estresse. Tanto no exterior quanto no Brasil, há diversos fatores que trazem pressão ao câmbio.

Em primeiro lugar, há o ambiente de maior cautela visto lá fora. É bom lembrar que, no início do ano, tivemos um enorme fator de estresse que, hoje, quase não é mais lembrado: os atritos geopolíticos entre Estados Unidos e Irã.

Por mais que a tensão entre americanos e iranianos não tenha se desdobrado num conflito militar propriamente dito, o mercado viveu dias turbulentos nas primeiras semanas de janeiro, temendo uma escalada bélica no Oriente Médio — e essa preocupação se traduziu numa primeira onda de valorização do dólar ante as moedas de países emergentes, como o real.

E, quando os ânimos dos investidores começavam a se acalmar, veio a segunda onda de cautela: o surgimento, na China, de uma nova variedade do coronavírus, dando origem a um surto global de uma doença misteriosa e, em alguns casos, fatal.

O coronavírus mexe com o dólar porque afetará crescimento da economia mundial. A China, epicentro inicial do problema, é uma consumidora importante de commodities e uma participante relevante do comércio internacional. Europa e Estados Unidos, epicentros seguintes, possuem as maiores economias do planeta.

Assim, o mercado busca mecanismos de defesa — e um deles é comprar dólares, uma moeda forte e estável.

A explosão de novos casos da doença em outros países a partir do fim de fevereiro, com destaque para Itália, Coreia do Sul e Estados Unidos, a percepção de risco do mercado aumentou ainda mais.

Afinal, uma questão que, a princípio, parecia quase restrita à China, ganhou proporções mundiais — o que, naturalmente, aumentou o medo quanto a uma desaceleração da economia global, com menor demanda por produtos, contração na atividade e menor fluxo de comércio internacional.

Como se o panorama não estivesse suficientemente nebuloso, tivemos um terceiro fator de risco surgindo no radar: a guerra de preços do petróleo, travada por Arábia Saudita e Rússia.

Em resumo: os sauditas defendiam um corte na produção da commodity, de modo a se ajustar a um ambiente de menor demanda global por causa dos impactos do coronavírus. Os russos, no entanto, não concordaram com o plano — o que gerou um impasse na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

Sem conseguir um acordo, a Arábia Saudita adotou uma estratégia de ‘terra arrasada’: cortou violentamente os preços do petróleo vendido para outros países, provocando um colapso na cotação da commodity. O país, assim, prejudicou seus próprios interesses para causar um impacto ainda maior à economia russa, tentando forçar o governo de Moscou a voltar à mesa de negociações.

Esse imbróglio fez o petróleo desabar ao nível de US$ 35 por barril — há um ano, valia perto de US$ 70 — e desencadeou um movimento de pânico nos mercados no dia 9 de março: as bolsas globais despencaram e o dólar se valorizou imensamente, num movimento de busca por proteção.

Além dos fatores externos, há também as questões domésticas. Aqui, há o “efeito Selic”: com a taxa básica de juros sendo reduzida, o Brasil fica menos atraente para os investidores estrangeiros que buscavam retornos fáceis.

Esse é um ponto estrutural da economia brasileira, e tem relação com o risco associado ao país. Em resumo: o investidor compara a taxa de juros do Brasil e dos Estados Unidos e, quanto maior a diferença, mais rentável será a aplicação de recursos por aqui.

No entanto, com os sucessivos cortes na Selic, esse diferencial nas taxas caiu bastante — ao ponto que, ao olhar para a atual classificação de risco do Brasil, o investidor que busca apenas esse tipo de retorno já não encontra muita vantagem.

Assim, o fluxo de dinheiro ‘especulativo’ em direção ao Brasil, que antes era abundante, tem minguado — e, com menos dólares entrando no país, a cotação da moeda americana sobe.

Há também a desconfiança do mercado em relação à retomada do crescimento da economia brasileira. Se, no fim do ano passado, a percepção era a de que a atividade doméstica finalmente engrenaria em 2020, agora o clima é de muito menos entusiasmo.

Na reta final de 2020, a tão aguardada guinada da economia brasileira não se concretizou — dados de produção industrial, vendas no varejo e outros indicadores econômicos ficaram aquém do esperado, jogando um balde de água fria nas expectativas do mercado.

O crescimento de 1,1% do PIB do país em 2020 apenas coroou a frustração quanto aos rumos da economia brasileira — no início do ano passado, falava-se numa expansão próxima a 3%. E, para 2020, já começam a ser revisadas para baixo as projeções de alta de 2% do PIB brasileiro.

O surto de coronavírus impacta as perspectivas para a economia doméstica, mas o panorama conturbado em Brasília adiciona ao estresse, especialmente a partir de abril.

Com as saídas de Luiz Henrique Mandetta e de Sergio Moro dos ministérios da Saúde e da Justiça e da Segurança Pública, respectivamente, a política entrou no radar dos investidores. Neste particular, a saída de Moro, considerado um dos pilares do governo, da forma como se deu, levantou a incerteza de continuidade do governo, sem falar da possibilidade de queda de outro pilar da gestão Bolsonaro, o chefe da Economia, Paulo Guedes.

Antes disso, já se convivia com constantes embates entre governo e Congresso, o que contribuía para diminuir as expectativas sobre a economia brasileira. As turbulências no front político apenas trazem mais ruído e atrasam a tramitação das reformas econômicas.

2. Quanto está o dólar hoje?

No fechamento da sessão de 12 de maio, o dólar chegou a R$ 5,8686, um avanço de 0,82%. Este é o maior patamar histórico de da moeda para encerramento de pregões. Ao acelerar o movimento de alta, a taxa de câmbio reage ao corte maior do que o esperado da Selic e à tensão política doméstica, além da visão de que a pandemia do coronavírus terá efeitos severos na atividade econômica.

A escalada do dólar em 1 ano: do nível de R$ 4,00 a um dos recordes históricos de fechamento. Fonte: Bloomberg

É importante ressaltar o uso do termo ‘nominal’ ao falarmos dos sucessivos recordes do dólar. Esses picos referem-se ao valor de face da taxa de câmbio, sem considerar a inflação.

3. Quando o dólar vai baixar?

Veja bem, essa é uma pergunta bastante complicada. O câmbio, afinal, é o mercado que está exposto ao maior número de variáveis, tanto domésticas quanto internacionais — o que dificulta qualquer previsão para o comportamento do dólar.

É quase impossível cravar uma data em que a moeda americana vai cair, mas é perfeitamente viável citar alguns fatores que podem ajudar a tirar a pressão do câmbio.

Caso a economia brasileira comece a dar sinais mais firmes de aquecimento, a tendência é de alívio na cotação do dólar à vista. Afinal, os dados de crescimento do PIB são o cartão de visitas do país aos investidores estrangeiros — e uma economia forte é um fator-chave para atrair recursos de fora.

Ainda no Brasil, o avanço da agenda de reformas econômicas no Congresso também é importante para a retomada da confiança do mercado. A aprovação das novas regras da Previdência foi bem recebida pelos investidores, que agora esperam o avanço das reformas tributária e administratva.

No exterior, os desdobramentos do coronavírus serão acompanhados de perto pelo mercado. Caso o surto da doença se aprofunde, o dólar tende a avançar ainda mais; caso ocorra o contrário e a economia global não seja muito afetada, a tendência é de queda na aversão ao risco — e, assim, de maior demanda por moedas de países emergentes.

Dito tudo isso, uma boa dica é: sempre tenha dólares em sua carteira de investimentos. Na pior das hipóteses, a moeda americana atuará como proteção para o seu portfólio, se valorizando quando todo o resto está em queda; na melhor, você terá um ativo seguro em mãos.

4. Por que o dólar subiu tanto?

O nome do jogo é ‘aversão ao risco’. Os mercados financeiros odeiam situações em que não tem previsibilidade quanto ao que ocorrerá no futuro — e, até agora, 2020 está recheado de circunstâncias desse tipo.

No câmbio, há uma estratégia clássica para lidar com períodos de estresse: na dúvida, é melhor vender as moedas mais arriscadas, como as de países emergentes — caso do real, do peso mexicano, do rublo russo, do peso chileno ou do rand sul-africano, entre outras — e buscar opções mais seguras.

Entre essas bolas de segurança, aparecem o dólar, o euro e o iene. Outra boa pedida é o ouro — desde o início do ano, a commodity já sobe mais de 9%.

Em março, o Banco Central (BC) já atuou diversas vezes no câmbio para tentar conter a disparada do dólar. Num primeiro momento, a autoridade monetária promoveu leilões extraordinários de swap cambial — ou seja, operou no mercado futuro. Essa estratégia, no entanto, não conseguiu trazer alívio às negociações.

Assim, o BC trocou de arma, passando a promover leilões no segmento à vista — entre os dias 9 e 10 de março, a autoridade injetou mais de US$ 5 bilhões no sistema, uma postura que ajudou a reduzir o pânico dos investidores no momento mais tenso da crise do petróleo.

Contudo, vale ressaltar que tais atuações são esporádicas e ocorrem apenas nos momentos em que o Banco Central identifica algum tipo de disfunção no mercado.

Afinal, o regime cambial no Brasil é flutuante — assim, em tese, o BC não tenta controlar artificialmente as oscilações da moeda ou defender uma cotação específica do dólar.

5. O que faz o dólar subir?

Há variáveis domésticas e externas capazes de influenciar a cotação do dólar. O que esses fatores têm em comum é a capacidade de diminuir a previsibilidade em relação ao futuro, aumentando a percepção de risco por parte dos investidores.

Assim, o coronavírus mexe com o dólar porque o mercado não sabe se o surto da doença vai mexer com a economia global, se a China vai consumir menos commodities ou se o fluxo de pessoas vai sofrer alguma restrição; a reforma da Previdência afetava o câmbio porque, caso não fosse aprovada, o Brasil entraria numa situação fiscal muito difícil.

Quanto à Selic, os investidores agora estão numa espécie de bifurcação. Por um lado, o BC sinalizou na última reunião do Copom que não vai mais cortar os juros; por outro, os dados fracos da economia brasileira sugerem que ainda há necessidade de estímulos extras, o que pode ser feito via uma nova redução nas taxas.

Caso a Selic caia novamente, o diferencial de juros em relação aos EUA irá diminuir ainda mais, afastando alguns investidores; se a Selic ficar estável, o diferencial continua nos patamares atuais. Portanto, eis aqui mais um fator de incerteza.

Em resumo, é isso: quem acompanha o mercado de câmbio deve estar atento a uma série de variáveis, de modo a mapear os mais diversos fatores de risco. Uma tarefa complexa, mas que, ao fim do dia, ajuda a entender um pouco o comportamento do dólar.

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