Bitcoin e Demais Criptomoedas. O que é isto

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Acho que nunca fiz um artigo tão extenso assim…fala sobre…”Bitcoins!” Quer ler? Leia!

Se não quiser, vá fazer alguma coisa que seja mais útil para você.

Algumas pessoas chamam o Bitcoin de “A moeda na era digital”, livre de controle das Autoridades e livre de Regulamentação.

Vou discordar categoricamente destas afirmações, e vou dizer o porquê.

  • Primeiro: O Bitcoin não é a única criptomoeda existente. Existem muitas sendo criadas -“mineradas” – na internet e mundo a fora, e a cada dia surgirão mais.
  • Segundo: Os Bancos Centrais, principalmente o FED, já estão se movimentando lentamente, tal qual uma Sucuri que acabou de fazer uma farta refeição, no sentido de impor uma regulamentação apropriada. Nenhum Leão quer largar a presa.

“As principais corretoras de criptomoedas Bitfinex e Poloniex, anunciaram que irão suspender suas operações no estado norte americano de Washington, após a promulgação do novo projeto de lei 5031 (Senate Bill 5031).” -fonte (criptomoedas facil.)

A lei visa regular os manipuladores de dinheiro e corretoras de moeda no estado, incluindo operadoras de moedas digitais.

De acordo com as duas empresas, as novas regras não parecem suportar seus objetivos e sua capacidade de atender de forma eficaz seus clientes.

Mas antes de entrar no assunto propriamente dito, quero combinar com vocês o seguinte: não vou me aprofundar nos aspectos e termos tecnológicos das Criptomoedas; talvez dê alguma pincelada.

Na história da humanidade, do escambo passamos para as moedas físicas de todo tamanho, material e formas possíveis e imagináveis e mais recentemente, já dentro do mundo digital, começamos a trabalhar com e-currencys , como Perfect Money, EgoPay, etc…que podiam(algumas já sumiram do mercado) e ainda podem ser cambiáveis frente ao Dólar Americano, Real Brasileiro, etc…pode-se constatar isto perfeitamente em www.changer.com.

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Falei em e-currencys, e não em criptomoedas ainda.

Criptomoeda, é um apelido técnico; opinião minha. Criptomoeda, ainda não é moeda, no sentido estrito da palavra, também opinião minha, baseada na definição técnica do conceito de moeda.

Não há dúvida, de que o Bitcoin, foi a primeira Criptomoeda criada há décadas (diga-se de passagem, ninguém sabe quem foi o criador, e muitos já reivindicaram o título). Um tal de Satoshi Nakamoto, que na realidade é um pseudônimo, foi o mais próximo que conseguimos chegar na tentativa de dar um nome ao criador, ou criadores. Procurem o “Manifesto Cypherpunk”, escrito por um tal Eric Hughes se quiserem se aprofundar. Mas, foi a partir das ideias defendidas no Manifesto Cypherpunk que programadores do mundo inteiro passaram a concentrar suas forças na criação de moedas eletrônicas que permitissem o comércio anônimo e protegido por chaves criptográficas.

Só que ninguém se importou, com o que, e o quanto o mundo do crime, possa vir a fazer e se beneficiar deste anonimato.

Mas…isto é problema para as autoridades, dizem os defensores dos BTCs da vida!

Péraí! Eu quero uma moeda Anárquica, mas os efeitos nocivos que ela trouxer são problemas de um governo? Incoerência aí…

Centenas de pessoas já se aventuraram na tentativa de se revelarem como Satoshi Nakamoto, mas foram desmascarados, assim como foram as mulheres que se diziam a Anastasia Nikolayevna Romanov, filha do Czar Russo Nikolay Alexandrovich Romanov, assassinado juntamente com sua família pelos bolcheviques por volta de 1918.

Mas…vamos voltar a falar sobre as tais criptomoedas.

  • Opinião minha: O que são elas? COMMODITIES DIGITAIS.

Quais são as criptomoedas existentes?

Não conseguiria me definir se pudesse delinear aqui todas as criptomoedas existentes. Mas, vamos às principais.

Bitcoin, Ether(Ethereum), Litecoin, Monero, Zcash, Peercoin, Feathercoin, Terracoin, Freicoin, Phenixcoin, AnoCoin, Há, inclusive, alguns protocolos com nomes bastante curiosos, como Noirbits, Nuggets, TimeKoin, Sexcoin (criado especialmente para ser usado na indústria pornográfica) e WorldCoin (cujos desenvolvedores prometem revolucionar o mundo e só pretendem lançar a moeda oficialmente quando a população do planeta estiver pronta; a taxa de processamento de blocos prometida é de apenas 30 segundos!). Karaka. É…Phudeu!(Talvez este seja o nome da próxima cryptocoin) kkk.

E a China? A China? Nunca foi uma terra de bobos como alguns podem pensar. Lançou o projeto NEO, através das mãos do governo chinês! Será que esta criptocoin, chamada NEO, vai abalar o mercado?

Eu não tenho dúvidas disto.

Bem…mas se este blog é sobre Trades e Traders, por que afinal estou escrevendo sobre “Bitcoin”?

Na realidade estou escrevendo sobre criptomoedas! E agora, vou adentrar um pouco sobre como se ganhar dinheiro (muita gente já ganhou muito) com elas.

Vejam bem, o porquê, eu digo que as criptomoedas são commodities digitais.

Quando uma determinada empresa resolve abrir seu capital, e lançar ações na bolsa, geralmente chamamos de IPO – Initial Public Offerring.

Com as criptomoedas, ocorre o ICO – Initial Coin Offerring. Então, isto quer dizer que, toda vez que “alguém” resolver criar uma nova criptomoeda (através de blockchains, protocolos criptografados, etc…), ocorre um ICO, quando geralmente (não é regra), a cotação desta criptomoeda está atraente sob o ponto de vista de investimento.

Recentemente houve a ICO do Latium (LAT). Para se ter uma ideia, a cotação do LAT está em 1 Bitcoin(BTC ) para 615182.15 Latiums (LAT), enquanto escrevo este artigo.

1 NEO chines está cotado à U$D3.88.

Mas por que eu chamo de commoditie digital? Porque eu quero, e porque eu não vejo nelas (criptomoedas)as características peculiares ás moedas físicas.

A que mais se aproxima de ser uma moeda digital, para mim, é o NEO chines, que, com certeza, tem o dedo do governo da cortina de bambu por trás.

Legal…uma porrada de informação, e se eu fosse escrever tudo que sei sobre isto, teria que criar um outro blog somente para isto.

Então, daqui para frente, vou me ater à como se ganhar dinheiro com isto, e como guardar este dinheiro.

Você pode ser um investidor, ou um especulador.

O investidor compra na ICO, ou numa baixa, uma determinada criptomoeda e guarda para se for o caso, vender depois de uns tempos. Quando lançaram o BTC, o longo prazo era medido em semanas ou meses; agora já é em anos. Por exemplo, investir perto de R$17.000,00 em um BTC (pode ser comprada fração também), e segurar, até que quem comprou ache que a valorização foi confortável para se desfazer.

Obrigatoriamente, a compra tem que ser feita em exchanges, que são as casa de câmbio que vendem as criptomoedas; mas nem todas criptomoedas são fáceis de se comprar, como o são as mais comuns: monero. bitcoin, ether, litecoin, etc…

Uma Criptomoeda Exchange, não é nada mais do que uma plataforma de negociação para compra e venda de Criptomoedas.

No Brasil temos até o momento três exchanges “autorizadas”: a FOXBIT, a BRASILIEX e a MERCADO BITCOIN…devem haver outras, mas estas são as principais.

Lá fora, fora do Brasil, quero dizer, a mais aclamada entre várias é a POLONIEX. Depois temos BITTREX, COINBASE, etc…

IMPORTANTE: Todas elas, no momento de abertura da conta, dão um incentivo para que a conta seja verificada (sejam enviadas cópias de documentos que comprovem a identidade e endereço do cliente).

Bem…então, digamos que você é investidor e quer comprar uma determinada criptomoeda, acreditando por qualquer fator, talvez uma ICO, ou fundamentos da empresa que lança, que ela vai se valorizar, e quer guardar em carteira.

Basicamente, existem 5 formas mais conhecidas(podem existir mais).

1 – Deixar depositada na Exchange (hipótese menos recomendada devido à vulnerabilidade à ataques de crackers).

2 – Baixar o APP da criptomoeda (quando disponível) e armazenar no APP do smartphone ou computador.

3 – Imprimir…transformar em papel, e tirar várias cópias, guardando em lugar seguro (algumas exchanges disponibilizam a impressão).

4 – Guardar a criptomoeda numa carteira física (hardware), que nós podemos já encontrar de diversos tipos e preços no mercado.

5 – Cartões Pré-pagos (geralmente disponibilizados por comerciantes lojistas que já adotaram alguma criptomoeda como meio de pagamento).

Nota: No final das contas, o que vai identificar tua criptomoeda ou fração, é um código, que JAMAIS, deve ser esquecido ou perdido. Se perdeu, e não conseguir recuperar, a única criptomoeda que você vai ter é o Phudeu (lembra dele?)kkk…eu falei que um dia ela poderia ser lançada kkk.

Já escrevi, talvez o suficiente para aguçar a curiosidade sobre o tema, e fazer você ir atrás e explorar tuas maiores dúvidas sobre criptomoedas.

O TRADER E OS TRADES

Agora, vou falar sobre fazer Trades com criptomoedas.

Para mim, 1 bitcoin ou BTC, é igual à um barril de petróleo, ou uma onça de ouro, no que se refere à Trades.

Não me venham os novatos espertinhos quererem “reinventar a roda com “Curso de Trade com Bitcoin”, pois isto é balela!

Trader que é trader, faz trades até com espetinho de churrasco na rua.

Sabe o que muda? E que deve ser salientado com força?

Sobre o que eu estou falando? [email protected]@#$$…sobre fazer trades com criptomoedas!

Vamos focar no Bitcoin BTC, para facilitar o raciocínio! Vamos apelidá-lo de ativo financeiro! Legal?

Cada ativo financeiro (ou mesmo um derivativo), apresenta características singulares de volatilidade em seus preços, independente de eventos externos!

E cada ativo financeiro (ou mesmo um derivativo), apresenta características singulares de volatilidade em seus preços, dependente de eventos externos!

Vixi…agora apareceu de novo a criptomoeda do futuro…PHUDEU.

Sabem o que eu quero dizer? É o seguinte: Por exemplo, o NFP (Non Farm Payroll – indicador do desemprego não agrícola) dos EEUU, é um evento externo, que afeta todos os pares de moedas que têm o dólar americano como contrapartida, num determinado dia do mês…todo mês, é o mesmo dia da semana. No calendário de Investing.com, conseguimos as datas deste evento, as expectativas do índice e demais dados.

Sabemos também, já por experiência própria, que o Yen (moeda japonesa- “desculpa aí, se já sabia), apresenta volatilidade agressiva em determinados momentos do mercado!

Sabemos também, já por experiência própria, que o DAX (índice alemão – desculpa aí…blá,blá,blá…) tem características próprias, que fazem que um Trader de Dax, torne-se um Trader especialista em Dax.

Então, Ponto final.

Fazer Trades com criptomoedas, é a mesma coisa de se fazer Trades com qualquer outro ativo financeiro; o cara que inventou os candlesticks, fazia trades com arroz. Se fosse no Brasil, seria com banana ou mandioca kkk. Desculpa aí…kkk

Se você quer fazer Trades com Bitcoin, ou outra criptomoeda qualquer, talvez tenha que analisar e identificar alguma característica particular dela, que interfira na volatilidade de seu preço durante um determinado período. Talvez isto não aconteça, ou não exista, aí então fica mais fácil.

O conhecimento FORTE de mercado, e Análises Técnica e/ou Gráfica já será suficiente.

Não me venham com balelas de cursos de trades especializado em BTC.

Quem é Trader, é Trader. Sou Trader desde a época da cotação na gazeta mercantil e no valor econômico.

  • Onde encontrar as melhores plataformas para se fazer Trades em criptomoedas?

NÃO SEI! (já ouviu falar de pensamento e resposta freak?)

É isto mesmo…NÃO SEI. Sabe o porquê?

Por que todo mundo diz que é bom, até que se prove o contrário.

Mas…(vou salvar a pátria), existem as mais aclamadas! Outro mas…teve uma época em que o fusca era aclamado como o melhor carro do mundo. Você quer um fusca 1961 hoje?

Lá fora…do Brasil…(não é lá na varanda- desculpa aí), a Poloniex, manipula a atenção enquanto estou escrevendo este artigo. Mas existem muitas outras.

Aqui dentro…(não vou falar nada), a Brasiliex faz as honras. Vou sim…poderia se chamar Tupyniex.

Gente! Isto é tão vasto, que podemos dizer que explodiu. Existem muitas outras corretoras, inclusive corretoras de Opções Binárias e Forex como a IQOPTION, negociando com criptomoedas.

Está bem. O que eu devo analisar quando for utilizar uma plataforma destas? Destas que são exclusivas para criptomoedas, como a Brasiliex e a Poloniex?

É aí que mora um problema para quem se utiliza de indicadores e outros instrumentos da análise técnica, se for fazer Trades (comprar e vender), especular em cima da cotação das criptomoedas, em períodos determinados.

Muitas plataformas, têm um gráfico pobre destes recursos.

Já as corretoras tradicionais de Forex, que inclusive distribuem a plataforma MT4, são bem mais completas, com indicadores Default, e trazem em si a possibilidade de se inserir indicadores personalizados e EAs, que são os Expert Advisors(“Robots”).

RISCOS

Como o mercado financeiro “namora” com o risco o tempo inteiro, acreditem; com as cryptocoins não será diferente.

Quais são então estes riscos?

Vou escrever somente sobre alguns, pois existem riscos que ainda nem imaginamos que possam ocorrer.

  1. Risco de se perder o código de sua cryptocoin ou fração, e não conseguir recuperá-lo (o risco de perder a carteira física e não ter feito backup do código também está incluso aqui, inclusive no que toca ao código que é armazenado diretamente no smartphone ou computador).
  2. Risco da Exchange que guarda tua cryptocoin ser invadida por crackers.
  3. Risco da cotação da cryptocoin vir abaixo, e demorar uma vida para subir, ou nunca mais subir (Isto aconteceu numa época em que a ação OGXP3, era um ativo amado pelos traders investidores- o preço despencou, nem sei se ainda está cotada em bolsa). O Bitcoin que hoje está perto de R$17.000,00, pode ir a R$1.000.000,00, ou cair até próximo de R$0,00.
  4. Risco de Intervenção de Bancos Centrais e demais autoridades regulatórias (não dá mesmo para se dizer que é uma possibilidade remota esta). Não precisa nem mesmo ser um fato realizado; um simples boato de alguém “credível” basta para que qualquer ativo objeto deste boato, venha para a lona, por causa da euforia/depressão/medo que gera. Há quem diga que o Mercado Financeiro é um sujeito maníaco depressivo. Uma coisa que já é certa, é a notícia de que Brasília quer regulamentar as Criptomoedas, e já estão acontecendo Audiências Públicas envolvendo inclusive a Receita Federal do Brasil. Eles jamais iria deixar passar em branco, um movimento financeiro destas proporções; não iriam e não vão ficar passivos.
  5. A BOLHA *COINS – este é um risco real, e mais ainda agora, que o Bitcoin (no caso dele), está hiper valorizado.
  6. Risco de Liquidez – Por exemplo você resolve comprar uma das centenas de *coins que já existem por aí, porque está barata, e depois não vai conseguir vender. Vai “micar”.
  7. Risco de entrar numa SCAMCOIN! É. Existem já uma turma da pesada, que criam criptomoedas somente para vender, e quando arrecadam o suficiente, somem. O mesmo pode se dizer das exchanges (casa de câmbio), criadas exclusivamente para dar golpes e sumirem.

Bem; estes são somente alguns dos riscos possíveis. Mas, acreditem…como já disse acima, tem coisa escondida por aí.

Que “P” é esta de software automático?

Robot, ou Robô…é isto!

Os famosos robozinhos já ocupam o mercado financeiro há alguns anos, e são considerados um passo que não pode ser retrocedido.

Vieram para ficar.

Temos robôs no mercado de ações, índices, commodities, futuros, forex, opções binárias, etc…só não ouvi dizer ainda, que existam robôs no mercado de Trader Esportivo.

E nas criptomoedas? No mercado de criptomoedas?

Sim…já temos, principalmente “black Box”. Black Box, para quem não sabe, é um software, no qual conseguimos fazer uma espécie de programação de risco, quantidade a ser investida, a estratégia que vai ser utilizada (alguns utilizam até Martingale), e não muito mais do que isto. Dão lucro sim. Se você pensou em fazer esta pergunta. Mas…não é algo nada estratosférico, e também não podem ficar dando somente prejuízos, porque se isto acontecer muito rapidamente estarão fora do Mercado.

Eu conheço pelo menos um, que é exclusivo de Empireoption, que dá resultados acima da média, quando operando com BTC (bitcoins).

Existem promessas de outro, que provavelmente estará extraindo sua cotação da Poloniex, mas ainda não conheço, portanto, não vi nada prático a respeito.

Creio que em breve estarão me dando notícias dele.

Pronto…creio que falei muita coisa sobre criptomoedas, mas uma ínfima parte somente do que deveria falar(digo escrever), para encerrarmos o assunto.

Não dá para esgotar somente em um artigo, tudo sobre esta commoditie digital; mas creio que que era leigo, e leu o artigo por completo, alcançou no mínimo um nível de conhecimento que o deixe num ponto de onde possa partir para melhor.

Quer ganhar dinheiro com as criptomoedas?

Trate-as como uma commoditie qualquer, um ativo financeiro normal, estude análise gráfica e análise técnica (isto por que não dá para se fazer análise fundamentalista sobre elas), aprenda a fazer Trades e vá trabalhar como Trader de Criptomoedas. Afinal de contas, o que o robô faz, é isto.

Até o próximo artigo.

PS.: Ainda teremos muito assunto sobre o tema.

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O que são criptomoedas? Guia completo

Criptomoedas são moedas digitais que utilizam a criptografia para proteger seus dados, criar novas unidades e confirmar suas transações, através de cálculos realizados por super computadores interligados (nodes ou nós) na rede blockchain de forma descentralizada. Um exemplo de criptomoeda mais conhecida é o Bitcoin (BTC).

Além do fato de serem completamente virtuais, existem três características básicas que diferenciam as criptomoedas das moedas comuns: a descentralização, o anonimato e o baixo custo por transação.

Não há dúvidas que as criptomoedas representam a atual revolução do mercado financeiro. Por isso, é importante que você nosso leitor esteja a frente da maioria, conhecendo os principais fatores que influenciam esse setor, para que possa realizar investimentos lucrativos.

Preparamos aqui para você um guia completo para explicar:
Como funcionam as criptomoedas
Os fatores que afetam os preços das criptomoedas
Como comprar criptomoedas

As melhores corretoras e exchanges de criptomoedas

  • ADA
  • BTC
  • XLM
  • XRP
  • LTC
  • XRP
  • TRX
  • BTG
  • BTC
  • QTUM

Uma introdução ao mundo das criptomoedas

Existem hoje mais de 5.000 tipos diferentes de criptomoedas disponíveis no mercado, sendo novas moedas digitais criadas a cada dia. A criptomoeda tem como principal característica sua descentralização. Isto é, o processamento e a verificação das transações são realizados de forma coletiva na rede, sem a necessidade de uma autoridade central para supervisioná-los. O que significa também que o mercado é influenciado basicamente pela lei de oferta e procura, tornando um setor altamente volátil e de alto risco financeiro.

Para simplificar o que são criptomoedas, elas consistem em entradas registradas em um banco de dados, onde só podem ser alteradas mediante condições específicas.

Como surgiram as criptomoedas?

Com o avanço dos estudos criptográficos na década de 80, a possibilidade da criação de sistemas de moedas completamente virtuais começou a nascer na cabeça dos especialistas da época. Um grupo de desenvolvedores e entusiastas de criptografia autodenominados cyberpunks (tradução literal, punks virtuais), liderados por David Chaum, lançaram as bases para a criação das criptomoedas.

Esse grupo visava à criação de um sistema de transações no qual os indivíduos poderiam usufruir de total liberdade e privacidade longe dos olhos do “Big Brother” – referência ao livro 1984, de George Orwell, que fala de “Big Brother” como uma figura de governo autoritária com controle excessivo sobre a privacidade da população. O encontro do grupo culminou na escrita do A Cyberpunk’s Manifest (O Manifesto Cyberpunk), que explicita as ideias libertárias defendidas por eles sobre a privacidade inalienável (inerente ao ser humano).

Além do grupo, um engenheiro de software chamado Wei Dai também vinha desenvolvendo sua versão de moeda virtual. Chamado “b-money”, nome dado à moeda, foi compartilhado através de dois protocolos. Neles, estavam características comuns às criptomoedas atuais, como a descentralização e o anonimato. No entanto, o b-money nunca chegou a ser amplamente utilizado.

Mais tarde, em 2005, Nick Szabo, um criptógrafo americano, desenvolveu o que muitos chamaram do precursor do Bitcoin, o Bitgold. O Bitgold utilizava o sistema Blockchain, que ainda é aplicado nas atuais criptomoedas. Mas também como o b-money, essa moeda virtual nunca chegou a ser implementada. Já o Bitcoin alcançou a popularidade e foi amplamente utilizado em transações no mundo inteiro, sendo a criptomoeda mais conhecida.

Existem hoje (dez/2020) mais de 4900 tipos diferentes de criptomoedas disponíveis no mercado, com novas moedas digitais criadas a cada dia. A criptomoeda tem como principal característica a descentralização. Isto é, o processamento e a verificação das transações são realizados de forma coletiva na rede, sem a necessidade de uma autoridade central para supervisioná-las. O que significa também que o mercado é influenciado basicamente pela lei de oferta e procura, tornando um setor altamente volátil e de alto risco financeiro.

Para simplificar o que são criptomoedas, elas consistem em entradas registradas em um banco de dados, onde só podem ser alteradas mediante condições específicas.

Bitcoin, primeira mas não a única

Já existem mais de 4900 criptomoedas diferentes no mercado. Provavelmente esteja se perguntando quais são as melhores criptomoedas para investir.

Abaixo a lista das criptomoedas mais valorizadas selecionadas por nossos especialistas:

Bitcoin (BTC): A primeira e a mais estabelecida criptomoeda do mercado. Novos altcoins prometem destronar o Bitcoin, com suas tecnologias mais avançadas. Mas, por enquanto, Bitcoin ainda é o Rei das Criptomoedas, a moeda mais utilizada hoje como meio global de pagamento.

Ethereum (ETH): Destaca-se por não apenas processar transações, mas também permitir aos desenvolvedores criar e implantar aplicativos descentralizados (dApps) e contratos inteligentes (smart contracts). É a preferida das Ofertas Iniciais de Moedas (ICOs) para o lançamento de seus novos projetos.

Tether (USDT): Também conhecido como ‘moeda estável’, seu valor sempre será equiparado ao dólar. Sua grande vantagem é apresentar a estabilidade do preço do dólar, sem perder as características de uma criptomoeda.

Bitcoin Cash (BCH): Derivado de dois forks do Bitcoin, o Bitcoin Cash detém um bloco 32 vezes maior do que o Bitcoin original, permitindo assim maior volume de transações, menor tempo e menor custo.

Ripple (XRP): Ripple não detém uma rede blockchain, mas sim sua própria rede patenteada Ripple Protocol Algorithm (RPCA). Ripple é conhecida por ser também uma plataforma para pagamento digital. Através de XRP, é possível realizar pagamentos em qualquer moeda, inclusive Bitcoin, por um baixíssimo custo nas transações.

Dash (DASH): Resultado da junção das palavras Digital Cash, Dash também é derivada de um fork do Bitcoin, assim como BCH. No entanto, DASH dispõe da ferramenta PrivateSend, que permite tornar anônimas as transações realizadas por seus usuários. Ao misturar múltiplas transações em uma só, não é possível identificar quem recebeu DASH e muito menos a quantia enviada.

Litecoin (LTC): Um dos primeiros altcoins criados logo após Bitcoin, Litecoin realiza transações mais rápidas do que BTC, através de um novo algoritmo de mineração, facilitando a criação de novas criptomoedas, como Dogecoin (DOGE) e Feathercoin (FTC).

Ethereum Classic (ETC): Criada a partir de uma divisão de Ethereum, após ter ocorrido uma invasão de um hacker em 2020, quando $50 milhões USD equivalente em ETH foram roubados. Com a divisão, as criptomoedas roubadas retornaram aos seus proprietários originais. E a nova criptomoeda após a separação foi denominada Ethereum, e a anterior à divisão, Ethereum Classic, sendo ambas plataformas para o desenvolvimento de contratos inteligentes e dApps, com importantes diferenças.

Cardano (ADA): Representa a terceira geração das criptomoedas, sendo o primeiro altcoin a ter sua estrutura revisada por professores e cientistas. Cardano oferece uma plataforma para o desenvolvimento de contratos inteligentes, assim como Ethereum. No entanto, ADA promete uma melhor performance ao utilizar o Proof of Stake protocolo em suas transações.

IOTA (MIOTA): Diferentemente das outras criptomoedas, IOTA consiste em uma rede distribuída em Decentralized Acyclic Graph (DAG) ao invés de blockchain. Sua principal função é gravar e executar transações entre equipamentos através do ecossistema Internet das Coisas (IoT). Para isso, IOTA detém sua própria criptomoeda, MIOTA, como meio de pagamento para a utilização da rede IOTA.

Stellar Lumens (XLM): Stellar é um network baseado em um registro distribuído em rede blockchain, tendo sua própria criptomoeda Lumens (XLM). Sua principal função é conectar bancos, sistemas de pagamentos e seus usuários por um baixo custo.

EOS (EOS): Além de ser uma criptomoeda, trata-se de um sistema operacional baseado em blockchain voltado para criar, hospedar e suportar dApps. Em comparação aos demais Apps baseados na Internet, EOS oferece maior escalabilidade, maior número de transações simultâneas e menor custo, utilizando o protocol Proof of Stake para a atualização do sistema EOS.

NEO (NEO): Seu nome é originário do grego, que significa novo, moderno. Conhecido também como ‘Ethereum Chinês’, NEO atua também como uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos e smart contracts, assim como Ethereum. Mas, os desenvolvedores de NEO afirmam ter aprendido com os erros de ETH, oferecendo uma plataforma de qualidade superior à Ethereum.

Bitcoin é a principal

O desenvolvedor do Bitcoin Core, e parceiro da empresa de capital de risco Blockchain Capital, compartilhou sua opinião sobre o porquê do Bitcoin se destacar do restante das outras criptomoedas, incluindo, primeiramente a Ethereum.

Nós do Guia do Bitcoin, disponibilizamos para nossos leitores uma tradução adaptada do post de Jimmy Song.

Se você é um iniciante no mercado, os últimos meses foram muito loucos pra você. Foi possível ver as rápidas subidas e quedas vertiginosas de preços, e controlar as emoções nem sempre era fácil. Os movimentos de preços são simultaneamente um espetáculo fascinante, mas às vezes doloroso, e, portanto, é fácil perder a compreensão daquilo em que você está realmente investindo. Parece que todas as moedas estão em movimento simultâneo, então qual é a diferença? Como distinguir uma moeda de outra? E, mais importante, como um investidor entende qual será o valor a longo prazo de uma moeda em particular?

Abaixo, eu lhe direi por que o bitcoin é independente e por que, apesar de todas as tentativas de clonagem, realmente não foi possível repeti-lo até hoje.

Inovações Reais

As emissões limitadas descentralizadas são uma verdadeira inovação. O Bitcoin foi o primeiro e continua a ser a única moeda desse tipo. Todas as outras chamadas inovações, com confirmação mais rápida de transações, mudança para proof-algo-lá, completude de Turing, outros algoritmos de assinatura, outros métodos de ordenação de transações ou mesmo privacidade, são apenas pequenas variações de uma grande inovação chamada bitcoin.

É importante lembrar que, desde 2020, várias alternativas ao bitcoin são oferecidas, mas nenhuma delas chegou nem perto de substituí-lo em termos de preço, base de usuários ou segurança. IxCoin chegou como o novo bitcoin em 2020, que ofereceu uma recompensa maior pelo bloco e pela “pré-vitória” (grandes quantidades de moedas foram enviadas ao seu criador). Também em 2020 foi criado o Tenebrix, uma altcoin, que tentou aumentar a estabilidade da GPU e também teve um grande pré-objetivo. Ao mesmo tempo, também foi criado o Solidcoin, outra altcoin com um tempo mais rápido para a criação de blocos e tudo igual com uma pré-falha. Os únicos sobreviventes que apareceram no “nascimento” da era das criptomoedas e não eram pré-minerados foram a Namecoin e o Litecoin.

Semelhanças e diferenças entre Altcoins e Bitcoin

As semelhanças entre Altcoins e Bitcoins podem ser muitas, dependendo da particularidade de cada uma dessas moedas alternativas. A primeira delas é bem óbvia: tanto Bitcoins quanto Altcoins representam esse movimento disruptivo que é a criação de moedas virtuais.

Além disso, destacamos que muitas delas foram criadas com base no Bitcoin, projetando melhorias para suas funcionalidades, principalmente as que estão relacionadas com a segurança e velocidade de transações. Algumas Altcoins surgiram do processo de fork do Bitcoin, que nada mais é do que o movimento de criação de uma nova criptomoeda atualizando o seu código de funcionamento.

Destacamos, também, que a maioria delas incentivam a descentralização e a segurança das informações do mercado financeiro.

Já as diferenças entre Bitcoins e Altcoins, pode ser conferida nessa lista abaixo:

  • as Altcoins têm um algoritmo próprio;
  • muitas Altcoins têm uma estrutura de funcionamento bem diferente do Bitcoin, por exemplo: nem todos utilizam a tecnologia Blockchain;
  • as funcionalidades das Altcoins também são diferentes das do Bitcoin;
  • grande parte das Altcoins surgiu com a ideia de trazer mais velocidade para o processamento das transações;
  • o preço de mercado também é algo que difere: Bitcoins e Altcoins têm cotações diferentes.

As Altcoins e ICOs trouxeram numerosas “propriedades” diferentes, mas a maioria delas nunca foi aceita. Mas então por que o Bitcoin ocupa um lugar tão especial no ecossistema? Por que o Bitcoin é “diferente”? Há dois aspectos que o tornam assim: efeito de rede e descentralização.

Efeito de rede

Como a rede do Bitcoin é a maior, outras criptomoedas tentam alcançá-lo o tempo todo. Vamos comparar o Bitcoin como uma semana de sete dias e as altcoins são as tentativas de variações:

Vamos fazer uma semana de 4 dias! Deixe o dia durar 18 horas! Vamos chamar os dias de alguma forma diferentes! Vamos mudar a duração da semana, dependendo do desejo de uma pessoa!

Desnecessário dizer que todas essas “inovações” são insignificantes e geralmente não são aceitas. Isso ocorre porque, com o tempo, o efeito da rede do Bitcoin só cresce, e as pessoas que usam a rede tendem a otimizar seus padrões e a criar novas normas.

Essas normas passaram no teste do tempo e demonstraram sua viabilidade, mesmo que nem sempre, por métodos óbvios. Por exemplo, poucos vão querer ser o primeiro testador de um carro ou avião híbrido, porque o nível de sua segurança permanece desconhecido. O Bitcoin, em certo sentido, pode ser considerado o mais generoso programa de recompensas do mundo, que visa revelar falhas de segurança. Ele provou sua segurança pela única e melhor maneira: O tempo. Todas as outras criptomoedas são muito mais novas e ainda não conseguiram mostrar o mesmo nível de segurança.

A natureza questionável de muitas dessas “propriedades” das altcoins torna-se cada vez mais evidente com o tempo. Por exemplo, a integridade do aplicativo Turing no Ethereum torna a plataforma inteira mais vulnerável (lembre-se dos incidentes com o DAO e Parity). Ao mesmo tempo, a linguagem dos contratos inteligentes usados ​​no script Bitcoin recusava a completude de Turing precisamente por esse mesmo motivo. As autoridades centrais respondem a essas vulnerabilidades com o desejo de demonstrar um comportamento ainda mais autoritário (obrigações de dívidas, hardbacks etc.), tornando as moedas ainda menos confiáveis.

Descentralização

Outra característica principal do Bitcoin, que nenhuma outra moeda possui, é a descentralização.

Por descentralização, quero dizer que o Bitcoin não possui um único ponto de falha. Qualquer outra moeda tem um fundador ou uma empresa que criou e tem influência sobre ela. Por exemplo, num Qualquer alteração no bitcoin que altera a estrutura do bloco (incluindo o hash do bloco), regras de dificuldade ou aumenta o conjunto de transações válidas é um hardfork.”>hardfork (mudança de protocolo incompatível) é um indicador de que a moeda é completamente centralizada.

Moedas centralizadas têm uma “vantagem” na forma da capacidade de mudar rapidamente tudo dependendo da demanda do mercado. A centralização é, obviamente, uma coisa boa para os negócios, porque as empresas querem lucrar vendendo mercadorias ou prestando serviços aos clientes. Um negócio centralizado pode responder melhor à demanda do mercado e fazer as mudanças necessárias. No entanto, quando se trata de dinheiro, a centralização é muito ruim.

Primeiro, uma das principais vantagens de um meio de preservar o valor é a imutabilidade. Ao preservar o valor, é necessário que, ao longo do tempo, as propriedades não mudem ou se tornem melhores. Quaisquer mudanças (poder de compra. Efeitos incluem menos motivação para acumular dinheiro, e mais motivação para gastá-lo rapidamente, enquanto os preços dos bens ainda são baixos.”>inflação de emissões, redução na aceitação, diminuição da segurança) mudam fundamentalmente o propósito do dinheiro como um meio de preservar o valor.

Em segundo lugar, a centralização da moeda é geralmente associada a mudanças nas regras, muitas vezes tendo um efeito catastrófico. Toda a economia do século 20 e a história de como os bancos centrais lentamente destroem o dinheiro fiduciário como um meio de preservar o valor. A expectativa média de vida de uma moeda por esse motivo é de apenas 27 anos, embora tenha o apoio de governos e seja usada universalmente como meio de solução. Ao contrário da emissão limitada e da imutabilidade, todas essas “propriedades” do ponto de vista da sobrevivência não importam.

Qualquer criptomoeda, exceto Bitcoin, qualquer ICO – todos elas são centralizadas. No caso das ICOs, isso é óbvio. A organização que controla e emite um token já está centralizada. Pode alterar as regras do funcionamento e liberar mais tokens. Os mesmos problemas, embora menos óbvios, entre as altcoins: Seu criador pode ser um “maluco” que pode fazer tudo o que um governo pode fazer. Em outras palavras, qualitativamente Altcoins e ICOs não são diferentes de moedas Fiat. Neste mundo, você não possui suas moedas.

Isto é especialmente verdade para a Ethereum. Em todas as suas características, Ethereum é uma organização controlada centralmente. Foram realizados pelo menos cinco hardforks, como resultado do qual os usuários foram obrigados a atualizar. Eles tomaram uma decisão ruim sobre a DAO, e agora eles até falam sobre taxas de armazenamento de dados. O controle centralizado do Ethereum tornou-se evidente logo no começo.

No Bitcoin, tudo é diferente. Uma das coisas mais notáveis ​​é o desaparecimento de Satoshi Nakamoto. No estágio inicial do Bitcoin, ele controlava a maioria dos processos de desenvolvimento da criptomoeda, mas com o seu desaparecimento estamos em uma situação em que mesmo os que não gostam um do outro têm uma certa voz em relação ao gerenciamento da rede.

Todos os upgrades são voluntários (softfork) e não obrigam ninguém a nada. Ou seja, não há um único ponto de falha. Hoje, o Bitcoin tornou-se um sistema no qual, mesmo que o grupo inteiro de desenvolvedores seja esmagado por um meteoro, há muitas implementações abertas que podem continuar e oferecer uma opção para cada usuário. Aqui você é um dono de suas moedas.

Mecanismos de consenso

Após a transação ter sido assinada por seu remetente, por meio de sua chave privada, ela é enviada ao seu destinatário através da rede blockchain, que interliga os computadores (nós), em P2P, administrados por ‘mineradores’.

Estes, por meio da mineração (cálculo matemático realizado por computadores caros e robustos), tendo como protocolo de consenso Proof of Work (PoW), irão decodificar as informações criptografadas inseridas no bloco da rede do Bitcoin.

O primeiro minerador que conseguir calcular o algoritmo hash propaga o novo bloco na rede, que será também verificado e propagado pelos outros ‘nós’ da rede. E o destinatário recebe a primeira de várias confirmações. Uma vez confirmada, a transação torna-se irreversível, e o primeiro minerador que resolveu o cálculo matemático recebe como recompensa novos BTC, além das taxas de transação.

Solução para o Gasto Duplo

É importante que o destinatário aguarde pelo menos 6 confirmações antes de aceitar definitivamente o Bitcoin, a fim de se prevenir quanto à duplicação.

Por exemplo, se o cliente copiou e utilizou duas vezes a mesma moeda, ambas as transações irão para um conjunto de transações não confirmadas. A transação que for verificada primeiro e receber 6 confirmações é a que deve ser aceita, a outra será automaticamente descartada pelo sistema.

Como as Altcoins funcionam?

Uma vez que Satoshi resolveu o principal problema de double spending “gasto duplo” das moedas digitais, muitas outras criptomoedas passaram a ser desenvolvidas, utilizando diferentes mecanismos de consenso, como Proof of Stake (PoS), Proof of Burn, etc. Além de apresentarem muitas outras funcionalidades, muito mais do que apenas um dinheiro eletrônico. Tudo indica que a revolução está só começando.

Compre pizzas, viagens e muito mais com criptomoedas

Apesar de o Bitcoin ter sido criado em 2009, até 2020 ele só havia sido ‘minerado’, e nunca negociado. Até que um investidor resolveu trocar seus 10 mil Bitcoins por duas pizzas. Caso ele tivesse guardado seus Bitcoins, hoje teria uma fortuna avaliada em cerca de milhões de dólares.

Em meio à alta volatilidade característica do mercado das criptomoedas, o valor de mercado do BTC só tem crescido ao longo dos anos. O BTC alcançou seu recorde de preço em 2020, com uma super valorização quando foi negociado por quase US$20.000 cada Bitcoin. Isto impulsionou também o crescimento das altcoins e do mercado de criptomoedas em geral.

Hoje, há muitas coisas que podem ser compradas com BTC. É possível viajar ao redor do mundo, através de sites que aceitam Bitcoin como forma de pagamento para reservar vôos e hotéis ou alugar carros. Você pode até alugar uma casa com Bitcoins através de alguns sites. Há ainda a opção de viajar para o espaço ou comprar artigos de luxo, como joias, obras de arte e até uma Lamborghini com Bitcoin.

Mineração das criptomoedas e os mecanismos de consenso

Bitcoin

Após a transação ter sido assinada por seu remetente, por meio de sua chave privada, ela é enviada ao seu destinatário através da rede blockchain, que interliga os computadores (nós), em P2P, administrados por ‘mineradores’.

Estes, por meio da mineração (cálculo matemático realizado por computadores caros e robustos), tendo como protocolo de consenso Proof of Work (PoW), irão decodificar as informações criptografadas inseridas no bloco Bitcoin.

O primeiro minerador que conseguir calcular o algoritmo hash propaga o novo bloco na rede, que será também verificado e propagado pelos outros ‘nós’ da rede. E o destinatário recebe a primeira de várias confirmações. Uma vez confirmada, a transação torna-se irreversível, e o primeiro minerador que resolveu o cálculo matemático recebe como recompensa novos BTC, além das taxas de transação.

Como Bitcoin soluciona o problema do Gasto Duplo

É importante que o destinatário aguarde pelo menos 6 confirmações antes de aceitar definitivamente o Bitcoin, a fim de se prevenir quanto à duplicação.

Por exemplo, se o cliente copiou e utilizou duas vezes a mesma moeda, ambas as transações irão para um conjunto de transações não confirmadas. A transação que for verificada primeiro e receber 6 confirmações é a que deve ser aceita, a outra será automaticamente descartada pelo sistema.

Como os Altcoins funcionam?

Uma vez que Satoshi resolveu o principal problema de double spending das moedas digitais, muitas outras criptomoedas passaram a ser desenvolvidas, utilizando diferentes mecanismos de consenso, como Proof of Stake (PoS), Proof of Burn, etc. além de apresentarem muitas outras funcionalidades além de dinheiro eletrônico. E tudo indica que a revolução está só começando.

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O que é bitcoin e as criptomoedas

A utilização do bitcoin e das criptomoedas esta aumentando nos últimos tempos. Descubra como ela funciona e como você pode usá-la.

Já faz um bom tempo que se fala muito em Criptomoeda, mas a maioria das pessoa não tem a menor ideia sobre o que é, por isso vou explicar o que é Criptomoeda.

É uma moeda virtual que usa a criptografia no sentido de garantir mais segurança em transações financeiras na internet.

Do mesmo jeito que a moeda tradicional possui números de série ou listras ocultas em seu interior para impedir falsificações, a criptomoeda usa códigos que é extremamente difícil de quebrar.

Pode-se encontrar vários tipos de moedas virtuais, mas a moeda mais famosa é o bitcoin. Essa moeda virtual é descentralizada, isso quer dizer que a moeda pode ser transferida de pessoa para pessoa. Sem a necessidade de bancos ou intermediários.

Já que não existe uma autoridade ou bancos que regule as moedas virtuais, as taxas são menores. E você consegue realizar transações em qualquer país.

Vela algumas das criptomoedas

  • Bitcoin
  • Bitcoin cash
  • Ethereum
  • Ripple
  • Cardano
  • Stellar
  • NEO
  • Litecoin

Nesse artigo o foco é no bitcoin, pois é a moeda virtual com uma valorização enorme.

Entenda o que é Bitcoin

Apenas por um instante esqueça tudo que você sabe sobre como uma moeda é emitida. Invés de falar em Banco Central você vai começar a se familiarizar com os “mineradores” e “blockchain”. Apesar da assimilação complexa, cada vez mais o bitcoin fica conhecido, interessando cada fez mais pessoas ao redor do mundo e atraído milhões de investidores.

A emissão dessa moeda é feita de forma descentralizada, então não a o controle de uma instituição financeira ou de bancos.

O bitcoin foi criado em 2008 e o nome do criador até hoje é um mistério, essa criptomoeda é a mais conhecida entre todas as outras.

Esse tipo de moeda não pode ser impressa ou “materializada”, para conseguir ela você precisa procurar. Ao redor do mundo tem milhares de computadores que estão mineram moedas, competindo uns com os outros para validar as operações e formar um bloco.

Falando sobre o curso No curso Segredos do bitcoin vai ter um modulo completo falando sobre a introdução ao bitcoin e como analisar a criptomoeda, entendendo melhor a moeda ira diminuir seus riscos.

Para que serve um bitcoin?

Essa moeda virtual pode ser usada para fazer pagamentos de bens e serviços ou para receber por eles. Já tem empresas enormes que já aceitam bitcoin (Dell, Expedia e Microsoft), também lojas virtuais e estabelecimentos físicos pelo mundo.

De maneira geral, esse meio de pagamento ainda não é algo disseminado no mundo no Brasil, o numero de estabelecimentos que aceitam esse tipo de pagamento são pouquíssimos.

De que maneira o bitcoin é mais utilizado?

A bitcoin por enquanto é mais utilizado para fazer transações financeiras diretas no mundo inteiro.

Especialmente quando se realiza transferências de pequenas quantias de dinheiro entre países. Isso acontece, pois é uma moeda inicial com pouquíssima regulamentação.

A cada dia esta aumentando o número de pessoas que fazem investimentos com a moeda justo à sua alta volatilidade de preço.

As pessoa que investem em bitcoin veem como uma forma de diversificar o portfólio, alguns compram e vendem a moeda no mesmo dia e outros vendem depois que passa alguns anos.

O bitcoin é a primeira aplicação prática da tecnologia blockchain (cadeia de blocos).

O que é e como funciona o blockchain?

Nessa tecnologia não existe uma rede central que controla as transferências. Essa rede é sustentada por vários e aleatórios computadores que estão espalhados pelo mundo processando informações usando um software.

Essa informações são que mantêm a rede funcionando, não existe um servidor próprio que recebe os dados. O ponto de envio e recebimento dos arquivos são os computadores ligado ao mesmo tempo.

No momento que é feito um pagamento em bitcoin, seu software (ou da corretora/site) se conecta aos demais computadores que estão dispersos pelo mundo, indicando que você está mandando determinado valor ao destinatário que você comprou um produto.

Comprovantes dos blockchain?

O comprovativo de transação chegará a outro computador da rede e assim se repete para outros computadores. O processo acontecera até que se forme um “bloco” criptografado, que terá todas as informações da sua transação e também de qualquer transação realizada naquele período de tempo.

Todavia, na atualidade, para criar um bloco é necessário mais ou menos 10 minutos. Esses blocos são enviados mais uma vez para outros computadores até que a transação seja, finalmente, confirmada.

Esses itens armazenam nesses blocos um tipo de assinatura digital, formada por uma sequência de números e letras. Juntos, os blocos formam um grande banco de dados públicos. Neste enorme banco, estão registrados todas as transações realizadas por bitcoins desde seu início, no final de 2008.

Como funciona na prática a blockchain do bitcoin?

Os bitcoin são comprados por intermédio de sites ou corretoras especializadas.

Veja a lista dos 3 maiores sites ou corretoras de bitcoin do Brasil

Quando você acessar um desses sites vai precisar precisaria criam suas carteiras digitais, que concebem uma chave privada, essa chave vai garantir que aquele bitcoin pertence a você.Cada vez que for feito um transação, é necessário gerar um endereço.

Parecido como no email, é necessário ter o endereço de quem quer enviar um bitcoin. Digita-se o valor de bitcoins ou a fração dele no sentido de envio e o endereço. Quando iniciada a transação, ela será enviada a todos os computadores ligados à rede blockchain do bitcoin.

Os participantes da rede checam a autenticidade da transação, para saber se os bitcoins envolvidos nela existem. Cada uma das moedas bitcoin tem sua única assinatura digital.

Quando é feito a checagem todos as transações que estão sendo realizadas ao mesmo tempo são criptografadas (colocadas em blocos).

Esse serviço é realizado por membros da rede conhecidos como “mineradores”. Depois de pronto, o novo bloco é enviado para toda a rede, que checa condições de segurança e o adiciona na cadeia de blocos original. Com a operação validada, a pessoa que você enviou o pagamento receberá os bitcoins.

Como minerar o bitcoin?

Os mineradores são empresas ou pessoas possuem computadores com softwares ou um chip especial que conseguem comprovar a autenticidade das milhares de transações que acontecem a cada dez minutos com bitcoins. Checam os endereços, para saber se um bitcoin foi enviado duas vezes, se a transação fez o caminho certo.

Quando a transação é validada uma coisa que normalmente acontece em “blocos”, o software do minerador envia um sinal na rede de que aquela transação efetivamente está certa.

O bloco validado é criptografado e colocado no blockchain. Em contrapartida, são “emitidos” bitcoins para o minerador.

O que os mineradores fazem é basicamente verificar que as transações que serão incluídas no blockchain estão corretas. Em troca eles ganham um bitcoin.

Pode ficar rico mineirando bitcoin?

Normalmente as pessoas físicas não vão conseguir ganhar tanto dinheiro usando apenas um notebook para minerar.

Isso acontece, pois a quantidade de bitcoins que um minerador consegui está de modo direto ligado à eficácia na hora de processar as transações.

Como existe várias máquinas muito potentes minerando bitcoins, quem utiliza apenas um notebook acaba conseguindo uma fração bastante pequena da criptomoeda, essa fração não é suficiente nem para pagar a energia usada para manter o computador ligado.

sendo assim, hoje quem esta minerando são empresas especializadas que produzem supercomputadores interligados em grande número.

Em termos financeiros para que essa estrutura seja viável, é necessário conseguir energia barata e muito importante estar localizado em um local frio, já que é preciso resfriar constantemente os computadores.

O bitcoin é um bem escasso

Você sabia que o bitcoin é escasso?

Realmente ele é um bem escasso, quando foi desenvolvido a emissão de 21 milhões de unidades. Com os serviços de mineração já foram criados, mais de 16 milhões de bitcoins. E de acordo com o crescimento da rede fica cada vez mais complexas as transações além da validação e conseguir emitir fica cada vez mais difícil.

Atualmente, são gerados 1,9 mil bitcoins por dia. O sistema mostra que o número pode reduzir pela metade a cada quatro anos.

A previsão é que todos os 21 milhões de bitcoins estejam todos emitidos até 2033. No momento que chegar isso, o bitcoin não vai ser mais dado como recompensa pela mineração.

Pode ser novo euro

Em 2009 o ano que foi apresentado o bitcoin, ele tem avançado de varias formas. Bem de vagar vai ganhando novos adeptos e locais que aceitam pagamentos com a moeda.

Contudo, a mineração vai usando processos matemáticos cada vez mais complexos, tendo que usar máquinas cada vez mais potentes para a criação de novos Bitcoins e a validação das transações feitas com a moeda virtual.

Em princípio, hoje a Bitcoin é apenas uma tendência, que no futuro pode engrena ou não. Talvez no futuro essa moeda virtual vire o Euro da internet, deixando mais fácil fazer transações e virar uma moeda especifica para realizar pagamentos digitais.

Uma grande maioria dos governos esta bem assustada com o aparecimento da Bitcoin. Provavelmente por não conhecerem maneiras de inclui-la na economia do país, como criar uma regulamentação ou até como evitar que ela se torne a moeda padrão, não apenas do mundo digital. E como impedir se ela for utilizada em transações criminosas.

As pessoa que tem interesse sobre o assunto pode buscar uma das casas de câmbio. E comprar suas primeiras Bitcoins e ver como ela funciona. Os aventureiros podem utilizar processamento de suas máquinas para conceber suas próprias Bitcoins, mas para isso acontecer é necessário mais de preparo técnico, paciência e investimento de tempo e energia elétrica.

Os mais descrentes tem a opção de simplesmente observa o mercado. Uma moeda que iniciou com pouquíssima valorização e repentinamente da um salto de uma paridade de USD 13 para 120 deve mostrar agora a que veio. O futuro da Bitcoin não mostra estar tão distante assim.

Riscos de usar bitcoins

Muitos cuidados precisam ser tomados antes de levar em consideração investir em moedas virtuais.

O primeiro seria ter consciência que esse ativo não é regulado por absolutamente nem um banco central, não tem lastro, ou seja, qualquer perda não é assegurada pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

É bem comum algumas oscilações superiores a 20% em um único dia. Para ter uma ideia, há volatilidade superior a 10% na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), o pregão é interrompido por alguns minutos e isso ocorre, sobretudo, em momentos de crise.

Agora, aplicações em bitcoins e diferentes moedas digitais constituem exibição a um risco fora dos padrões.

Eu devo ressaltar fazer investimento na criptomoeda tem diversos riscos envolvidos.

Não aplique valores significativos ou uma quantidade de dinheiro que fará falta. O bitcoin, acima de tudo, ainda é uma tecnologia experimental.

Para fazer investimentos é necessário estudar detalhada mente o negócio antes de investir. As pessoas que tem algum interesse em fazer aplicações em criptomoedas necessitam ter entendimento de que esse é um mercado que não é estável e é necessário o mínimo de conhecimento antes de tomar a decisão de investimento.

Falando um pouco sobre curso de bitcoin

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Nos Estados Unidos, lugar em que o bitcoin era negociado a US$ 952,55 em 30 de dezembro e em dezembro de 2020 obteve R$ 18.651,10, os animados em adquiri a criptomoeda têm botado em risco o próprio patrimônio. Vários chegaram ao ponto de hipotecar a própria casa para utilizar o dinheiro na procura de retorno acumulado no último ano.

As moedas virtuais tem duas funcionalidades.

  • A primeira, especulativa, de criar ganhos para quem compra e vende, o que estimula a formação de bolhas e pirâmides.
  • A outra é dar suporte a atividades ilícitas. Quem utiliza essas moedas virtuais com a intenção de fazer crimes não está isento de punições legais.

Bitcoin, Principais pontos positivos da

Varias pessoas já se questionaram o porquê de se usar a Bitcoin, pois se pode utilizar moedas como o real e o dólar. Se deve ver a criptomoeda como um novo sistema de pagamentos e não um substituto para as moedas já utilizadas.

Existem muitos pontos positivos para a moeda digital, os que tem mais importância são:

  • Menores custos de transação;
  • Estímulo a inovação financeira;
  • Uma potencial arma contra a pobreza e a opressão.

Quando se fala que a Bitcoin tem custos menores de transação, compara-se ela às outras moedas já usadas no sistema financeiro mundial. Esse baixo custo se dá pois essa moeda não precisa de intermediadores nas transações. E isso além de fazer com que as taxas sejam mínimas, reduz bastante o tempo das operações financeiras.

A criptomoeda bitcoin pode ser olhada como um estímulo à inovações financeiras. Já que na sua natureza são simplesmente pacotes de dados. Esta tecnologia é capaz de ser usada para transferir não somente moedas, mas também ações de empresas. Um exemplo, deixando mais fácil, que varias operações presentes no mercado financeiro ocorram.

Pobreza e opressão a moeda virtual bitcoin tem uma potencial bem grande pois permite que regiões mais pobres e de difícil contato à sistemas financeiros convencionais (os bancos, por exemplo) tenham acesso a um sistema capaz de realizar transações via qualquer smartphone.

Bitcoin, Principais pontos negativos do

Independente do bitcoin possuir vários pontos positivos, existe vários pontos negativos que desafiam a existência da moeda. É visto como uns dos mais importantes desafios recorrentes é a violação de segurança, a volatilidade e o seu uso para fins criminosos.

A volatilidade do Bitcoin existe devido o seu valor de mercado que é determinado através da lei da oferta e demanda. Desse modo que ações de uma empresa, desequilibram frequentemente. Especialistas no assunto discordam em opiniões.

Uns acreditam que a volatilidade levará a moeda a seu colapso. Já outras pessoas dizem que com o tempo passando, novas maneiras de remediar esse problema e com a confiança das pessoas subindo. E a criptomoeda ficara cada vez mais forte.

Volatilidade

Pode-se dar como um excelente exemplo dessa forte volatilidade, a brusca queda que aconteceu pela moeda concorrente do bitcoin, Ethereum, no mês de junho de2020, que teve seu preço mudado em alguns segundos de US$ 319,00 para US$ 0,10.

Isso aconteceu, pois vários emitiram ordem de venda quando perceberam que o valor da mesma estava em queda.

Por outro lado, o valor da moeda votou a subir e logo depois se estabilizou em mais de US$300,00, ou seja, aqueles que se precipitaram na venda perderam muito dinheiro e aqueles que tiveram calma obtiveram grandes ganhos.

Outro ponto negativo importante de ser mencionado é a violação da segurança da moeda. Justo a ocorrência de ser uma plataforma eletrônica, a criptomoeda é encontrada um pouco ameaçada por Hackers.

Que tentam entrar no sistema e ter, dessa jeito, acesso à informações financeiras dos usuários. É muito importante deixar claro que a plataforma da Bitcoin jamais foi invadida por hackers.

O que foi sim invadido por hacker foram empresas terceiras que fazem, por exemplo, o câmbio de criptomoedas.

Portanto, o mais recomendável a ser feito é se informar como proteger os seus Bitcoins e, com isso, não depender de terceiros para efetuar essa proteção.

O Anonimato

Justo ao ponto de que o Bitcoin assegura anonimato, a plataforma se torna propícia para que atos ilegais como o tráfico de drogas.

Apesar disso esses atos representam uma um numero muito das transações. Esse tipo de problema devido ao anonimato é sofrido também pelo dinheiro vivo.

Entende-se então que o Bitcoin encara vários problemas que também se encontram na utilização do dinheiro vivo, porém convencionalmente digital.

Então antes de entrar no mercado de bitcoins é recomendado fazer algum curso, pois como já foi dito varias vezes é um mercado bem volátil.

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