AULA 2 – TEORIA DE DOW

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EscolaTrader

A teoria de Dow é uma das principais bases da análise gráfica. A teoria é composta por alguns princípios básicos que estudaremos a seguir.

Princípio 1: Os Índices Descontam Tudo

Os índices representam a ação conjunta de inúmeros investidores, desde os mais bem informados (que contam com as melhores informações e previsões) até os muito inexperientes. As variações diárias dos preços de um índice, portanto, já têm incluídas (descontadas) no seu valor os eventos que irão acontecer e que são desconhecidos pela maioria dos investidores.

Dessa forma, todo o fator que afeta a relação de oferta/demanda está refletida no preço do mercado. Entretanto, existem os eventos que são imprevisíveis e que as pessoas não têm como saber, como calamidades naturais, catástrofes como os atentados nas torres americanas, etc. Esses são os chamados “atos divinos” , quando acontecem podem gerar fortes oscilações iniciais, mas acabam sendo absorvidos pelo mercado.

Resumo do Princípio:

  • Todo o fator que afeta a oferta x demanda está refletido no índice.
  • O Índice já possui em seu valor (já descontou) eventos futuros que a imensa maioria não conhece.
  • Acontecimentos completamente inesperados são rapidamente avaliados e seus possíveis efeitos absorvidos.

Princípio 2: As Três Tendências do Mercado

O segundo princípio de Dow afirma que o mercado possui três tendências de movimento: primária, secundária e terciária.

A tendência primária é a tendência principal de um mercado. É um movimento longo que pode ser de alta ou de baixa e que leva a uma grande valorização ou desvalorização dos ativos. Não existem regras matemáticas exatas para definir o tempo de duração das tendências, entretanto, as tendências primárias duram aproximadamente de 1 a 2 anos. Na figura abaixo, temos um exemplo empírico das três tendências; primária, secundária e terciária.

Uma tendência primária não se movimenta em linha reta. Ao observarmos o mercado (como apresenta o gráfico ) percebermos que o movimento acontece como um ziguezague. Em um mercado de alta, após um impulso para cima que forma um novo topo (mais alto que o anterior), temos uma correção que forma um novo fundo (também mais alto que o fundo anterior). Em uma tendência de baixa o oposto acontece, após uma queda que forma um fundo mais baixo, acontece uma reação que cria um topo mais baixo. O conjunto desses impulsos e correções dentro de uma tendência primária são as chamadas tendências secundárias. Uma tendência secundária dura de 3 semanas a alguns meses e pode corrigir até dois terços da tendência primária que ela faz parte.

As tendências terciárias fazem parte das secundárias. São movimentos menores de, em média, até 3 semanas. Elas se comportam em relação às tendências secundárias da mesma maneira que as secundárias em relação às primárias.

Quando estamos analisando o mercado é interessante classificar as tendências do movimento atual, assim, podemos avaliar melhor as ações a serem tomadas dentro de nossa estratégia operacional.

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Princípio 3: As Três Fases dos Movimentos

Dow fez uma série de observações sobre os movimentos de preços, tanto de alta como de baixa, caracterizando aspectos psicológicos marcantes de cada fase:

Fases do Mercado de Alta

  • Fase 1: No início da alta o mercado começa a ser propulsionado por investidores mais qualificados, que percebem logo que novos ventos estão soprando. Enquanto isso, a maioria ainda acredita que o pior ainda está por vir, o que permite aos investidores de elite comprarem papéis muito baratos. As notícias apresentadas pela mídia refletem as expectativas negativas da maioria.
  • Fase 2: A segunda parte é uma aceleração mais acentuada do movimento. A pressão compradora aumenta bastante.
  • Fase 3: A terceira fase é marcada por grandes altas. Os participantes do mercado, de maneira geral, estão cada vez mais seguros de seus lucros e os investidores mais bem preparados começam a vender suas posições. A grande massa de investidores está em clima de euforia que se realimenta diariamente nos noticiários. Está aberta a possibilidade para a fase 1 do mercado de baixa.

Fases do Mercado de Baixa

  • Fase 1: Nesta fase os profissionais e investidores de elite vendem seus ativos, iniciando a retração.
  • Fase 2: É uma etapa marcada por um grande nervosísmo, os investidores percebem o equívoco e tentam se desfazer de suas posições.
  • Fase 3: Com as grandes perdas e ativos muito desvalorizados a pressão vendedora se dissipa, oportunidades para uma nova alta começam a surgir.

Princípio 4: O Princípio da Confirmação

O princípio da confirmação afirma que para uma reversão de tendência ou rompimento de nível de suporte/resistência (suportes e resistências serão melhor explicados nos capítulos seguintes) ser válido, o fato deve ocorrer em dois índices de composições distintas. Assim, um índice confirma o outro, demonstrando que não se trata de uma oscilação temporária do movimento.

Para ilustrar o princípio da confirmação suponha dois índices (A e B -figura acima) de composições diferentes, mas que se comportam de maneira semelhante. O índice A, durante uma alta, vence a zona de pressão vendedora (a linha de resistência) e parece seguir com força em sua tendência. O índice B, entretanto, ao chegar pela primeira vez na linha de resistência não consegue o rompimento da mesma forma que A. Um investidor que analisa o mercado apenas a partir do ponto de vista do índice A pode concluir que existem boas oportunidade de compra logo após o rompimento. Contudo, o que acontece é uma retração, pois o mercado não estava tão forte como demonstrou a falha de rompimento por parte de B.

Essa é a essência do princípio da confirmação. Dois índices são usados para que um pronuncie uma “segunda opinião” sobre o outro, de modo a validar o que está acontecendo ou indicar uma armadilha. No caso brasileiro, esses dois índices poderiam ser, por exemplo, o índice Bovespa e o IBRX.

Princípio 5: Volume Deve Confirmar a Tendência

Este princípio é bastante simples, na teoria de Dow o volume está relacionado com as tendências da seguinte maneira:

Tendência de Alta: Em uma tendência principal de alta é esperado que o volume aumente com a valorização dos ativos e diminua nas reações de desvalorização.

Tendência de Baixa: Em uma tendência principal de baixa é esperado que o volume aumente com a desvalorização dos ativos e diminua nas reações de valorização.

Princípio 6: A Tendência Continua Até Surgir um Sinal Definitivo de que Houve Reversão

Embora pareça óbvio, este princípio é importante. O mercado não vai cair apenas porque atingiu um nível “alto demais” ou subir porque “já caiu demais”. Uma das técnicas mais simples utilizadas é a identificação de falhas ao formar um topo mais alto (em uma tendência de alta) ou um fundo mais baixo (em uma tendência de baixa). O investidor deve possuir uma metodologia de identificação de pontos de entrada e saída, existem uma série de ferramentas de análise técnica que ajudam nessas decisões. Neste e em outros tutoriais e artigos você aprenderá sobre padrões clássicos, candles, indicadores e muitas outras armas da escola gráfica.

Para Saber Mais

Neste capítulo vimos os princípios que formam a Teoria de Dow. São informações importantes que com certeza vão ajudar muito em sua estratégia operacional. Se você deseja saber mais, três bons livros são: The Dow Theory de Robert Rhea, Technical Analysis of Stock Trends de Robert D. Edwards e John Magee e Techical Analysis Explained de Martin Pring.

La Teoria di Dow: i 6 principi sui trend del mercato

9 Ottobre 2020 – 15:24

27 Marzo 2020 – 10:57

La Teoria di Dow è la base dell’analisi tecnica: ecco i 6 principi studiati da Dow sui trend del mercato per poter anticipare i movimenti futuri e intercettare i cambi di tendenza.

Qualsiasi tentativo di scoprire le origini dell’analisi tecnica porta inevitabilmente alla Teoria di Dow, strutturata in 6 principi sui trend e le caratteristiche del mercato. Nonostante abbia più di 100 anni, la Teoria di Dow rimane il fondamento di gran parte di ciò che conosciamo oggi sull’analisi tecnica.

La Teoria di Dow è stata formulata su una serie di contributi al Wall Street Journal scritti da Charles H. Dow dal 1900 fino all’anno della sua morte nel 1902.
Questi editoriali riflettono le convinzioni di Dow su come il mercato azionario si è comportato in passato e come il mercato può essere utilizzato per misurare lo stato di salute del contesto in cui operano le imprese.

L’utilità della Teoria di Dow
Dow ritiene che il mercato azionario nel suo complesso sia una misura affidabile delle condizioni economiche a livello mondiale e che, analizzando il mercato globale, si possa valutare con precisione tali condizioni e identificare la direzione di importanti trend di mercato e la direzione probabile dei singoli titoli azionari.

Su questa teoria, Dow ha creato l’indice Dow Jones Industrial e il Dow Jones Index Rail Index (ora Transportation Index), originariamente sviluppati da Dow per il Wall Street Journal. Dow ha creato questi indici perché convinto che fornissero un riflesso accurata delle condizioni delle imprese all’interno dell’economia con copertura di due grandi settori economici: quello industriale e quello ferroviario (dei trasporti).
Nonostante questi siano cambiati nel corso degli ultimi 100 anni, la Teoria di Dow si applica ancora oggi agli indici di mercato.

Molto di ciò che conosciamo oggi come analisi tecnica ha le sue radici nella Teoria di Dow. Per questo motivo, tutti gli operatori che usano l’analisi tecnica dovrebbero conoscere i sei principi di base della Teoria di Dow.

Teoria di Dow: i 6 principi base

La Teoria di Dow è suddivisa in 6 principi, tutti approfonditi nell’analisi e nello sviluppo della teoria che vedremo più avanti.

I 6 principi base della Teoria di Dow sono:

  • nel mercato sono presenti tre tipi di trend (primario, secondario, minore);
  • i trend si dividono in tre fasi (accumulazione, speculazione, distribuzione);
  • il mercato sconta tutte le notizie;
  • gli indici sul mercato azionario devono confermarsi a vicenda;
  • i volumi devono confermare il trend;
  • il trend rimane confermato fino ad una chiara inversione.

Vediamo nel dettaglio tutti e 6 i principi della Teoria di Dow.

Teoria di Dow, principio 1: i tre trend del mercato

Una parte importante della Teoria di Dow sta nella distinzione delle varie direzioni del mercato. Per farlo, la Teoria di Dow utilizza l’analisi dei trend.

La Teoria di Dow identifica tre trend nel mercato: trend primario, trend secondario e trend minore. Il trend primario è una tendenza più grande che dura più di un anno, mentre il trend secondario è una tendenza intermedia che dura da tre settimane a tre mesi ed è spesso associata ad un movimento contrario al trend primario. Infine, il trend minore spesso dura meno di tre settimane ed è associato ai movimenti del trend intermedio.

Il trend primario

Nella Teoria di Dow, il trend primario è la tendenza principale del mercato, il che lo rende il più importante da determinare. Questo perché la tendenza prevalente è quella che colpisce i movimenti dei prezzi delle azioni. Il trend primario ha anche un impatto sui trend secondari e minori all’interno del mercato.

Dow ha stabilito che un trend primario in genere ha una durata da uno e tre anni, ma in alcuni casi questa indicazione può variare.

Indipendentemente dalla durata di tendenza, il trend primario rimane attivo finché non ci sarà una inversione confermata.

Ad esempio, se in un trend rialzista il prezzo chiude al sotto di un minimo raggiunto precedentemente, potrebbe essere un segnale che il mercato si stia dirigendo al ribasso, e non al rialzo.

Nell’analisi dei trend, una delle cose più difficili da determinare è per quanto tempo il movimento dei prezzi resterà all’interno di un trend primario prima che inverta la direzione. L’aspetto più importante è identificare la direzione di questa tendenza e posizionarsi su di essa, e non contro, finché dei segnali non suggeriscano che il trend primario ha subito un’inversione.

Il trend secondario (o intermedio)

Nella Teoria di Dow, un trend primario è la direzione principale sulla quale il mercato si sta muovendo. Viceversa, un trend secondario si muove nella direzione opposta al trend primario, o come una correzione al trend primario.

Ad esempio, un trend primario al rialzo sarà composto da diversi trend secondari ribassisti, tradotto nei movimenti in un cui il massimo di un movimento rialzista è più basso del massimo del movimento precedente.

In un trend primario al ribasso il trend secondario sarà invece al rialzo, ovvero un movimento in cui il minimo è più alto del minimo del movimento precedente.
Di seguito è riportato un esempio di un trend secondario all’interno di un trend primario rialzista.

Notate come i massimi a breve termine (indicati dalle linee orizzontali) non riescono a creare massimi più alti, suggerendo la presenza di un trend al ribasso a breve termine. Dato che il ritracciamento non scende al di sotto del minimo di ottobre, i trader useranno questo segnale per confermare la validità della correzione all’interno di un trend rialzista primario.

In generale, un trend secondario (o intermedio) dura tipicamente dalle tre settimane ai tre mesi, mentre il ritracciamento del trend secondario è generalmente compreso tra un terzo e i due terzi del movimento del trend primario. Ad esempio, se il trend primario rialzista sposta il Dow Jones da 10.000 a 12.500 (+2.500 punti), ci si aspetterebbe che il trend secondario sposti l’indice in ribasso di circa 833 (⅓ di 2.500).

Un’altra importante caratteristica del trend secondario è che i suoi movimenti sono spesso più volatili di quelli del movimento primario.

Il trend minore

L’ultimo dei tre tipi di trend della Teoria di Dow è il trend minore, definito come un movimento del mercato della durata inferiore alle tre settimane. Il trend minore comprende generalmente i movimenti correttivi all’interno del trend secondario, o quei movimenti che vanno contro la direzione del trend secondario.

A causa della sua natura a breve termine e il focus principale sul lungo termine presente nella Teoria di Dow, il trend minore non ha un ruolo fondamentale secondo i seguaci della teoria. Ma questo non significa che sia del tutto irrilevante; il trend minore è da guardare avendo in mente il quadro generale, dato che questi movimenti di prezzo a breve termine sono una parte sia del trend primario che di quello secondario.

La maggior parte dei sostenitori della Teoria di Dow concentra l’attenzione sui trend primari e secondari, dato che seguire i trend minori comporta rischi notevoli.
Se si pone troppa attenzione ai trend minori, si potrebbe cadere in un trading irrazionale, in quanto gli investitori potrebbero essere distratti dalla volatilità a breve termine e perdere così di vista il quadro generale.

In poche parole, maggiore è il periodo di tempo compreso nella tendenza, più è importante il trend.

Teoria di Dow, principio 2: i trend hanno 3 fasi

Il secondo principio della Teoria di Dow spiega che i trend del mercato hanno e seguono 3 fasi differenti.
Le 3 tipologie di fasi dei trend sono chiamatie accumulazione, speculazione e distribuzione. L’ultima fase, la distribuzione, è chiamata fase di accesso in un mercato rialzista (bull market) e fase di panico in un mercato ribassista (bear market).

Fase di accumulazione
  • in mercato rialzista

La fase di accumulazione in un mercato rialzista è dove ha inizio il trend al rialzo, che di solito coincide con il minimo di un trend ribassista (ma non sempre). Questo è il punto in cui i ben informati e i trader professionisti entrano nel mercato ottenendo i prezzi migliori, dato che il mercato in questa prima fase è sottovalutato.
Questa è la fase di un trend rialzista più difficile da individuare, dato che può essere confusa con una semplice oscillazione del trend all’interno di un range. L’analisi tecnica può indicare un’entrata nella fase di accumulo, dato che questa fase è spesso preceduta da una fase di consolidamento del precedente trend ribassista.

  • in mercato ribassista

All’interno di un mercato ribassista, la fase di partecipazione avviene quando gli operatori esperti vendono o tagliano le posizioni pensando che il mercato sia in ipercomprato. Ancora una volta, questa fase è difficile da individuare. L’analisi tecnica può essere utile per identificarla, dato che arriva generalmente dopo un trend rialzista e un periodo di consolidamento.

Fase di partecipazione
  • mercato rialzista

La fase la partecipazione al trend rialzista arriva quando la buona notizia inizia ad essere recepita dal grande pubblico. La massa inizia ad acquistare, spingendo i prezzi sempre più in alto. Questa fase non è necessariamente più ripida della fase di accumulazione, ma generalmente dura più a lungo e i prezzi si muovono maggiormente.

  • mercato ribassista

Data la partecipazione degli investitori in massa in un mercato ribassista, la fase di partecipazione solitamente è la parte più lunga del trend e con con il più grande movimento di prezzo. Chi segue il trend si solito esce dal mercato in questo momento, o entrano in posizione short (una posizione short è quando un investitore prende in prestito delle azioni da un broker e le vende sul mercato. L’investitore deve restituire i titoli presi in prestito riacquistandoli di nuovo dal mercato, sperando che il prezzo scenderà).

Fase di distribuzione
  • eccesso in mercato rialzista

La fase di eccesso comincia quando gli investitori esperti iniziano a ridurre l’esposizione e a prendere parte dei profitti. E’ la fase del trend dove gli operatori dovrebbero iniziare a cercare segnali di debolezza nel momentum rialzista. La fase di eccesso è un evento tipico durante lo scoppio di una bolla speculativa.

  • panico in mercato ribassista

Di nuovo, avviene il contrario rispetto alla fase di eccesso. Nel mercato entra una scossa di negatività e una raffica di vendite si traduce a volte in livelli di panico. Alcuni investitori esperti inizieranno decideranno di interare nel mercato a questo punto cercare di trarre profitto dalle cattive notizie.

Teoria di Dow, principio 3: il mercato sconta tutte le notizie

Il terzo principio della Teoria di Dow è semplice ma intuitivo: il mercato risente, metabolizza e si muove sulla scia delle notizie che lo riguardano.
Ciò significa che i mercati azionari, il mercato del Forex, delle commodities ecc. valutano e scontano tutte le notizie riguardo il mercato non appena vengono rilasciate.
Il mercato è «efficientemente informato» su tutte le novità, che si tratti di notizie sui fondamentali economici, i dati sui tassi di interesse, annunci sui dati societari, o il sentiment generale. Anche le catastrofi naturali hanno un certo peso sui prezzi nel mercato.

Non appena le cose cambiano il mercato si regola in modo estremamente rapido per riflettere la nuova valutazione di mercato.

Il terzo principio della Teoria di Dow principio è una delle discussioni più diffuse all’interno dell’analisi tecnica; l’AT si concentra nel predire i futuri movimenti di prezzo sulla base di pattern sui grafici, price action, livelli di supporto e resistenza e indicatori tecnici – non guarda ad altri fattori come le notizie sui fondamentali. Tuttavia, tutti i trader che basano le proprie strategie sull’analisi tecnica dovrebbero avere una vasta conoscenza dei fondamentali prima di aprire una posizione.

Teoria di Dow, principio 4: gli indici di mercato si confermano l’un l’altro

La Teoria di Dow sostiene che gli indici simili devono avere una correlazione in quanto aventi la stessa esposizione alle condizioni economiche attuali. Per esempio, il Dow Jones deve avere una correlazione con il Dow Jones Transportation Index. Se vi è un qualche tipo di divergenza, Dow sostiene che ci sarà un cambiamento di tendenza su uno degli indici, quindi è difficile prevedere dove questo nuovo trend primario avrà inizio o se si svilupperà. Se invece vi è una correlazione, allora si genera una conferma del trend.

Teoria di Dow, principio 5: i trend devono essere confermati dai volumi

Se dei volumi più elevati accompagnano il rialzo o il ribasso del trend, questo è un buon indicatore che conferma la forza del trend secondo la Teoria di Dow. Se siamo in presenza di volumi bassi, invece, la tendenza potrebbe essere ancora valida, ma non è rappresentante di una visione d’insieme. La Teoria di Dow presume che il volume accompagni i movimenti di prezzo come un indicatore. Si tratta di un indicatore secondario che conferma il movimento del prezzo, confermando così il trend. Infatti, il volume dovrebbe aumentare quando i prezzi salgono o scendono, indicando che più persone sono esposti sul mercato.

Teoria di Dow, principio 6: il trend rimane confermato fino a chiara prova contraria

Una chiara inversione del trend deve avvenire prima dell’inizio di un nuovo trend. Il trend di solito termina in condizioni societarie ed economiche abbastanza forti da forzare il cambiamento di tendenza. Ma un trend potrebbe passare attraverso una fase di correzione del trend secondario per poi continuare con il trend primario: l’analisi tecnica può aiutare a stabilire i segnali che indicano la fine del trend.
L’obiettivo dei trader sui trend è non confondere una correzione con l’inizio di un nuovo trend primario. È per questo che si aspettano prove evidenti per essere sicuri che il trend è definitivamente concluso.

Teoria di Dow: conclusioni

La Teoria di Dow costituisce i mattoni dell’Analisi Tecnica (AT); tuttavia, il mondo è cambiato negli ultimi 100 anni. I legami tra tutti gli indici sono meno forti, con gli indici del comprarto tecnologia che hanno preso piede nel mercato ed altri indici mondiali che hanno acquisito maggiore importanza. Le numerose analisi sui tanti indici esistenti ad oggi stanno riducendo l’accuratezza della Teoria di Dow. Non c’è dubbio, però, che la Teoria di Dow sia importante per l’analisi tecnica.

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Teoría de Dow

La teoría de Dow está formada por un conjunto de principios, desarrollados por Charles Henry Dow, que fundamentan el movimiento general de las cotizaciones bursátiles.

Charles Dow, allá por el año 1900 y hasta 1902, publicó parte de su teoría en el editorial Wall Street Journal. La teoría estaba basada en seis principios. Estos principios tratan de describir y explicar cómo se mueven las acciones.

Sin ningún ápice de duda, la teoría de Dow constituye el origen de lo que hoy se conoce como análisis técnico. Charles Henry Dow, que era economista, pensó que el mercado bursátil era un buen indicador de las condiciones económicas. Por lo que, si de alguna manera, conseguía entender los movimientos bursátiles podía analizar con mayor precisión el presente y futuro de la situación económica.

Principios de la teoría de Dow

La teoría de Dow está basada en seis principios básicos. Estos principios básicos hablan sobre la información de los precios, las tendencias, sus fases, la correlación entre índices, el volumen bursátil y los cambios de tendencia. Los seis principios básicos de la teoría de Dow son:

El precio lo descuenta todo

Toda la información está incluida en los precios. Toda la información pasada, actual e incluso futuro está descontada en los precios de una acción. Lo cual quiere decir que los anuncios de los periódicos, los cambios en los tipos de interés, las inflación e incluso las expectativas están incluidas en la cotización bursátil.

Las tres tendencias del mercado

La bolsa de valores no se mueve en línea recta. Se mueve en forma de zigzag. Es decir, una especie de sube y baja. Cuando las subidas superan a las bajadas, la tendencia es alcista. Mientras que, cuando las bajadas superan a las subidas, la tendencia es bajista. Así mismo, Charles Dow, distinguió tres tipos de tendencias según su importancia:

  1. Tendencia primaria: Es la tendencia principal y, por tanto, la más importante. Dura entre uno y tres años, aunque esto puede variar según el caso.
  2. Tendencia secundaria o intermedia: La tendencia secundaria es aquella que va en dirección contraria a la tendencia primaria. Va en contra de la tendencia principal, pero es de menor tamaño. Dura entre 3 semanas y 3 meses. Son lo que se conocen como correcciones y suelen ser más volátiles que la tendencia primaria.
  3. Tendencia terciaria o menor: Son aquellas que van en dirección contraria a las tendencias secundarias. Duran menos de tres semanas. La tendencia terciaria es la menos importante.

Las tres fases de las tendencias primarias

Las tendencias primarias están compuestas por tres fases. Las tendencias primarias alcistas están formadas por una fase de acumulación, fase de participación pública y fase de euforia. A su vez, las tendencias primarias bajistas están formadas por una fase de distribución, fase de participación pública y pánico. Estas fases fueron desarrolladas más tarde por Richard Wyckoff.

Los índices Dow Jones industrial y Dow Jones de transportes deben confirmarse

El índice Dow Jones Industrial es el índice que se conoce tradicionalmente como Dow Jones. Este índice no incluye ni transportes ni servicios públicos. Dow, estableció que para confirmar un movimiento tanto el índice industrial, como el de transportes debían moverse en el mismo sentido. En caso contrario, es señal de que los inversores comienzan a dudar.

El volumen bursátil debe confirmar la tendencia

Este principio establece que el volumen debe ir a la par con la tendencia. Esto es, si la tendencia es alcista, el volumen debe aumentar cuando el precio sube y disminuir cuando el precio baja. De la misma manera, si la tendencia es bajista, el volumen debe aumentar cuando el precio cae y reducirse cuando el precio aumenta.

La tendencia se mantiene vigente hasta que se demuestre lo contrario

En este caso, lo contrario sería que la tendencia cambie. Es decir, una mercado está en tendencia alcista hasta que no cambia a tendencia bajista. Y un mercado está en tendencia bajista hasta que no cambia a tendencia alcista.

Otros principios adicionales

Además de los principios básicos, de los trabajos de Dow, se pueden deducir dos principios adicionales. Estos principios adicionales facilitan la aplicación de los principios básicos.

  • Precios de cierre: Los precios a tener en cuenta son los precios de cierre. Dow restó importancia a los movimientos intradiarios y estableció en sus principios que lo que realmente importaba eran los precios a fín de día.
  • Señales para identificar la vigencia de una tendencia: Hilando con el último principio, Dow mostró una regla sencilla para aplicar este principio. Una tendencia deja de ser alcista y pasa a ser bajista, cuando el precio rebasa el mínimo de referencia. Así mismo, una tendencia deja de ser bajista y pasa a ser alcista, cuando el precio supera el máximo de referencia. En la siguiente imagen se puede observar cómo se trazan los mínimos y máximos de referencia. Aunque, todo sea dicho, el que importa es el último.

Muchos analistas y traders cometen el error de pensar que una tendencia deja de serlo cuando el precio cruza la línea de tendencia. Sin embargo, desde el punto de vista teórico esto es erróneo. La tendencia cambia cuando el precio cruza en dirección contraria el último punto de referencia.

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